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Trem de doidoTutu com torresmo, bobó, pururuca e sarapatel, mugunzá com canjiquinha, pé de moleque e cartola no final, cardápio variado para todos os gostos. |
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TAVITO preside o Juri do Prêmio Sorocaba de Música
June 16, 2009 06:12 AM PDT
Amigo e parceiro de Zé Rodrix, que morreu há quase um mês, o compositor Tavito foi convidado e será o presidente do júri do Prêmio Sorocaba de Música, que acontece em julho no Teatro Municipal. A escolha partiu do empresário e organizador do festival, João Caramez. Ele disse que a decisão levou em conta a identidade entre os artistas. “Muito provavelmente, e sem querer estabelecer comparações, Zé Rodrix e Tavito tiveram uma convivência mais próxima do que aquela mantida, por exemplo, com a dupla Sá e Guarabyra
Sá, Rodrix & Guarabyra no Rio e Janeiro
January 10, 2009 03:18 AM PST
Antecipando o novo disco, a ser lançado após o carnaval, e estreando o novo show, SR&G retornam ao Rio após 4 longos anos em show no Teatro Nelson Rodrigues ( av. Chile), dia 13 de janeiro, às 19:30 min. Somente uma oportunidade para rever/conhecer os criadores do Rock Rural. Ingresso populares:
Sá, Rodrix & Guarabyra em Brasília
January 10, 2009 03:15 AM PST
Dias 10 e 11 de Janeiro, lançando o show AMANHÃ!
Dia 10 às 20:30 min
Silvério Pessoa - NÔMADE
November 18, 2008 06:38 AM PST
NÔMADE chama-se o livro de crônica de viagens, sempre tão deliciosas, narrando os tours Europeus e Asiáticos de Silvério Pessoa.Originalmente postagens de blog, foram ficando tão completas e descritivas que mereciam outro suporte que não o volátil e virtual mundo blogueiro. Somente esse ano foram 3 temporadas fora de casa, e sua turnê Francesa já faz parte do calendário há alguns anos. Esse é apenas o primeiro produto fruto desse intercâmbio, outros virão. O lançamento será em Recife, dia 20/11, às 19 hrs, na sede das Edições Bagaço, na Rua dos Arcos, 150, Poço das Panelas, Recife/PE. Deu No New York Times: Orquestra Contemporânea de Olinda
November 11, 2008 02:37 AM PST
"Na grande Recife O New York Times publicou em sua edição digital um texto recomendando o disco da pernambucana Orquestra Contemporânea de Olinda, lançado no Brasil pela Som Livre. O jornalão americano explica que o grupo veio de Recife, uma cidade portuária, onde os ritmos locais, como a ciranda e o maracatu, nos últimos anos tem se misturado naturalmente com o rock e o hip-hop."
New York Times ( matéria com foto!!): ORQUESTRA CONTEMPORâNEA DE OLINDA This remarkable new cross-generational big band comes from the state of Pernambuco in northeastern Brazil. For nearly 20 years, that region — particularly Recife, its port city — has been worth watching: it’s a place where the strong old local rhythms like ciranda and maracatu mesh naturally with hip-hop and rock. With 12 pieces, including tuba, trombone, saxophones, violin, percussion and voices, the band compounds those earlier mixtures with Afrobeat and ska. On its remarkable self-titled first album (released by Som Livre Apresenta) you hear parade-samba rhythms, echoey guitar, brass and reed sections alternately booming and muted with jazz arrangements, the rustic scrape of a violin and anthemic choruses. It hasn’t been picked up for American distribution. But for now you can hear some of the band’s songs in compressed form on Youtube and Myspace, or buy a copy of the CD through somlivreapresenta.com.br. http://www.nytimes.com/2008/11/02/arts/music/02play.html "De Olinda para o mundo!" "FOLIA de SANTO" - Novo Projeto de Alessandra Leão em pré estréia!
November 05, 2008 05:17 AM PST
Ao conhecer Tiné, ele me contou desse projeto, já antigo, de cantarem loas, hinos e toadas nas Igrejas de Recife. Fiquei encantada imaginando as vozes de Alessandra e Tiné, o violão de Caçapa, além do restante do grupo, envolvidos em um projeto lindo desses. Não como um coro lírico, mas vozes populares, do jeito que minha vó cantaria esses hinos, como D. Olga ( Nãção Estrela Brilhante de Igarassú) canta suas loas.
A pré estréia é nesse domingo, dia 9/11, no projeto Sítio Cultural (Concha Acústica do Sítio da Trindade, as 17hs e com entrada franca)Recife, PE. O show conta com a participação dos músicos: Alessandra Leão (voz, composições e direção musical) Juliano Holanda (baixo e direção musical), Maíra Macêdo (cavaco e voz), Moema Macêdo (bandolim e voz) e Carlos Amarelo (percussão). Para escutar um pouco do resultado desse trabalho, basta acessar www.myspace.com/projetofoliadesanto .: Contatos :.
VITRÔ RECIFE PRODUÇÕES
Na foto: a Capa do CD FOLIA DE SANTO ORQUESTRA CONTEMPORÂNEA DE OLINDA
September 23, 2008 03:16 AM PDT
A Orquestra Contemporânea de Olinda está em temporada no Rio de Janeiro. Começou sexta passada com um super show no Clube Democráticos ( lotado!) e vai até o final da semana com shows quase diários.
Essa mistura resulta em um disco variado, com composições que vão desde música de raiz com pitadas de ritmos paraenses( Balcão de Venda, de Maciel Salú e Tiné) até composições mais complexas e contemporâneas, como "Durante o Carnaval". Essa, com uma sensualidade contida, composta e interpretada por Tiné, é apaixonante! Sobre ela encontrei a seguinte crítica: "Durante o Carnaval é uma das músicas mais bonitas do disco. O frenesi dos momentos mais felizes da maior festa quer ser vivido de mãos dadas com a musa, a menina que domina o pensamento, o corpo, o coração e a alma, assim como o mais belo frevo. A melodia é suave e transcendemos nos braços da paixão até quarta-feira chegar."
A O.C.O. estará no Rio de Janeiro até dia 9 de outubro, portanto não deixe de conferir esse som alegre, dançante, leve mas complexo ao mesmo tempo, pois eles têm muito a dizer, "TÁ FALADO" ! 23 set 2008 21:00
24 set 2008 20:00
25 set 2008 18:00
28 set 2008 20:00
3 out 2008 23:00
9 out 2008 23:00
10 out 2008 20:00
11 out 2008 20:00
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Pernambuco é aqui!
August 27, 2008 02:15 PM PDT
Pelo menos essa é a proposta do agitador cultural Roger de Renor (http://www.rogerderenor.com.br) instalando a "EMBAIXADA de PERNAMBUCO” (http://www.embaixada.art.br) em Santa Tereza, RJ, para 15 dias de oficinas, shows, performances variadas, numa boa amostra de cultura popular pernambucana para cariocas conhecerem, e pernambucanos matarem a sede ( e a fome) cultural!
Aí vai a programação para os próximos dias: 27/08 - quarta-feira - Junio Barreto
30/08 - Sábado – RECICLE no Circo Voador(c/ Isaar de França lançando seu último disco Azul, Eddie e a Academia da Berlinda) (1/2 entrada para Pernambucanos) sábado- Casa Rosa- Adryana BB, Lia de Itamaracá e as Filhas de Baracho
31/08 – domingo: Grande final da Embaixada com show de Carlos Malta, arrastão de blocos até o Largo dos Guimarães 01/09 – Isaar de França na Modern Sound 04/09 – China no Cinemathéque 06/09 – China na Lapa Avexe-se!! Academia da Berlinda
August 26, 2008 10:59 AM PDT
Há algum tempo atrás, zapeando, me deparei com um programa daqueles dirigidos à “juventude” ( este produzido por uma TV Governamental) e esse grupo me chamou logo a atenção. Acho que nem cheguei a fazer nenhuma busca, esqueci-me deles.
Show de Uberlândia - Arte na Praça ( 1º programa)
August 02, 2008 09:32 AM PDT
3 vídeos que compõem a primeira parte do programa ARTE NA PRAÇA com o show apresentando por Sà, Rodrix & Guarabyra em Uberlândia, dia 6 de julho passado. Trechos do show entremeados com trechos da entrevista!
Gravações do Novo Disco de Sá, Rodrix & Guarabyra
August 01, 2008 03:10 AM PDT
Ontem, enquanto rolava uma polêmica ao redor de um release que anunciava o lançamento do disco para novembro, em Curitiba ( show cancelado), Marlene foi dar uma conferida no estúdio Showlivre, em São Paulo, onde o Trio coloca a voz nas faixas. O resultado foram fotos inéditas mostrando o meticuloso processo de gravação, orquestrado pelo produtor musical TAVITO (cujo disco solo, recheado de inéditas, será lançado em Outubro, para deleite de seus fãs e admiradores. ) Difícil selecionar algumas fotos em quase 200 registrando o momento histórico da gravação da voz nesse disco tão aguardado por todos que admiram o Sá, Rodrix & Guarabyra: o primeiro num intervalo de 7 anos, só músicas inéditas ! Algumas, como "Cidades Meninas" já disponíveis para "degustação" no youtube. Mas todas com a marca registrada do Trio, o DNA SR&G! Fotos: http://paraisoagora.blogspot.com PAPO de MÚSICO com Tavito, Ana Paula Xavier e Toninho Spessoto
June 02, 2008 02:54 PM PDT
O cantor, compositor, publicitário e produtor TAVITO é o próximo convidado do Projeto PAPO DE MÚSICO, que o jornalista, radialista e produtor musical TONINHO SPESSOTO apresentará na terça-feira, 10 de JUNHO, no Villaggio Café, em São Paulo. Mineiro de Belo Horizonte, TAVITO faz parte da maravilhosa geração do Clube da Esquina, confraria musical formada por músicos das Minas Gerais, ao lado de Milton Nascimento, Beto Guedes, Lô Borges, Toninho Horta e Flávio Venturini, entre outros nomes. Foi integrante do lendário Som Imaginário, grupo que acompanhou Milton Nascimento e fez discos memoráveis. Casa no Campo, parceria com Zé Rodrix, já seria suficiente para inscrevê-lo na galeria dos maiores compositores da música brasileira. Mas além da canção imortalizada por Elis Regina, TAVITO é autor de outros clássicos como Rua Ramalhete (parceria com Ney Azambuja), Começo, Meio e Fim (com Ney Azambuja e Paulo Sérgio Valle) e Água e Luz (com Ricardo Magno). Tem canções gravadas por, entre outros, Zé Rodrix, Amelinha, Jane Duboc, Leny Andrade, Golden Boys, Erlon Chaves e Paul Mauriat, Elis Regina, Rosa Marya Colin, Roupa Nova, Zizi Possi, Ronnie Von, Selma Reis, Rosemary, Erasmo Carlos, Vânia Bastos, Sandra de Sá, Zé Ramalho, Affonsinho, Biafra, Trio Esperança e Pery Ribeiro. Criador de jingles publicitários da maior qualidade, foi dono de uma das melhores produtoras do mercado, a Zurana, Como produtor, fez discos e arranjos vocais para, entre outros, Zé Rodrix, Marcos Valle, 14 Bis, Renato Teixeira, Roberto Carlos e Ivan Lins. Radicado em São Paulo, TAVITO tem feito grandes canções em parceria com Zé Rodrix e Alexandre Lemos e com novos autores, quase todos ligados ao Clube Caiubi de Compositores e à M-Música, comunidade virtual de discussão musical. Atua, também, como produtor de trilhas de novelas da TV Record. No momento, termina as gravações de seu quarto disco e começa a trabalhar na produção do próximo trabalho do trio Sá, Rodrix & Guarabyra. No PAPO DE MÚSICO, TONINHO SPESSOTO conversará com TAVITO num clima de total descontração, a exemplo do que faz no Vitrola, programa que produz e apresenta há quatro anos na allTV, TV pela internet, e do que ocorreu nas edições anteriores do projeto, com Celso Viáfora, Bruna Caram e Thomas Roth como convidados. Durante o papo, TAVITO lembrará fatos e curiosidades da vida e carreira e mostrará canções. O público também poderá participar fazendo perguntas. O objetivo é criar uma interação cada vez maior entre artista e público. O PAPO DE MÚSICO com TAVITO terá abertura da cantora e compositora ANA PAULA XAVIER, um dos grandes talentos da nova geração. O PAPO DE MÚSICO agora é também programa de rádio. Entrará no ar na segunda quinzena de junho pela USP FM, às segundas-feiras, meia-noite. PAPO DE MÚSICO com TAVITO
Um MEGA SUCESSO o MEGA SHOW SR&G + Flávio Venturini e 14 BIS
June 01, 2008 10:03 AM PDT
Apesar dos 20 mins de atraso ( o público não parava de chegar ao teatro, até os últimos instantes haviam pessoas comprando ingressos dos cambistas!), o Chevrollet Hall lotadinho incendiou ao show de Sá, Rodrix & Guarabyra ( acústico, sem a banda que os acompanha). 4 mil ( dados da produção) pessoas irmanadas no mesmo clima, apesar do friozinho de BH. Várias músicas e quase 1 hora depois, Flávio Venturini juntou-se a eles para cantar, entre outras, Pássaro ( momento tido como dos mais emocionantes, como TODOS ao palco) e com o Sá (solo) Garapuá ( a mais recente das parcerias conhecidas entre os dois, pq devem haver outras ainda desconhecidas!)
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May 30, 2008 12:19 PM PDT
1.A consagração do Vitor Ramil com Satolep Sambatown (c/Marcos Suzano) como melhor cantor popular ( voto popular)
Foto: Siba e a Fuloresta Arnaldo & Eu, Eu & Arnaldo, Arnaldo e o TIM
May 30, 2008 06:23 AM PDT
Saiu o Prêmio TIM! Podem até contestar, mas a verdade é que é uma das premiações mais importantes do mercado fonográfico. E ganhou o Arnaldo Antunes com o melhor disco de Pop/Rock! Meus ouvidos hoje são de mercador e nem escuto quem o critica, talvez porque não entenda seu trabalho. Mesmo quando ele não canta , mesmo quando faz a anti música, não interessa: interessa a atitude , o conjunto da obra. O Arnaldo punk, o doidaço, o pai, o outsider, o poeta, o meigo e romântico ( se bem que tudo têm limites: Amor I love youuuuuuuu é demais!): de Bichos Escrotos e Pulso à Nossa Bagdá, passando por Lavar as mãos ( Ratimbum),Grupo Corpo e Tribalistas. SEM PRECONCEITOS ! Não vou me adaptar! Amei pular no palco rock, Virada Cultural, República, 1 da tarde, sol à pino, batendo cabeça “acústico” com a trilha de “AO VIVO em ESTÙDIO”!
May 29, 2008 05:53 AM PDT
CATEGORIA VOTO POPULAR
CIRCLE BENDING
May 24, 2008 07:27 PM PDT
Música eletrônica não é minha praia, mas experimentalismo é sempre bem vindo! Coisas novas oxigenam o que já está antigo, e promove-se a renovação. Que o diga Smetak!
“Vale para quem conhece e para quem não conhece nada de eletrônica. `A primeira vista, um circuito é um enigma, você não sabe qual a função de nenhuma das mínimas partes. Você começa a conectar partes aleatoriamente, adicionar componentes, botões, e o resultado é a distorção de algum som do próprio brinquedo ou a criação de sons totalmente novos. Arte é muitas vezes feita de acasos, "acidentes" do processo criativo que resultam em uma oportunidade de explorar uma nova forma, uma cor, uma idéia, um conceito. A busca por estes acasos é a essência do circuit bending. Modificar aparelhos em busca de sons originais não é coisa recente. Considerado o pai do circuit bending , Reed Ghazala começou a conectar partes e provocar curto-circuitos no seus aparelhos em busca de sons quando tinha 15 anos, em 1967. Ele não tinha dinheiro para comprar um sintetizador, então inventou um jeito barato e anárquico de disparar sons originais. Até hoje ele cria instrumentos com nomes como incantors, insectaphones e aleatrons.
Imperdível é o japonês entrando em êxtase, liberando a kundalini!
Novas sobre o TAVITO
May 23, 2008 09:54 AM PDT
Tavito, além de estar produzindo o disco novo de Sá, Rodrix & Guarabyra, tem passado alguns dias na semana no Rio de Janeiro, finalizando seu novo disco. Em uma dessas estadias contou-nos as novidades: o disco de inéditas, onde figura a canção EMBORA ( de Tavito e Alexandre Lemos), uma guarânia lindíssima que está na trilha sonora da nova novela do SBT, REVELAÇÃO, além dois clássicos: Rua Ramalhete e Aquele Beijo! As novidades estão guardadas para o lançamento em agosto! Novo show à vista, vontade de cair na estrada não lhe falta ( Rio, São Paulo e Minas só pra começar!)
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May 20, 2008 09:15 AM PDT
Alguns dramas você jamais tomará conhecimento, mesmo que eles sejam públicos, seus personagens famosos e seus dramas televisionados. Como no caso do cantor de calypso-sertanejo que morreu no palco, em pleno show, no Pará. Assim, caiu, a música tocando e já estava morto! Sua arte poderia ser de gosto discutível, mas havia quem gostasse, consumisse e por isso ele a produzia. E bem , ao que parece, pois era bastante queridos pelos colegas e sua mulher também seguia seus passos.
May 19, 2008 01:27 PM PDT
Para ouvir: Heitor Branquinho e Milton Nascimento "O que vale é o nosso amor" "um Branquinho e um Violão" é o mais novo trabalho do jovem mineiro de Três Pontas Heitor Branquinho (24).
Neste trabalho interpreta 16 composições próprias – letras e músicas – que exploram temas como o amor em diversas situações, a amizade e o cotidiano. Conta com a participação especial do amigo e conterrâneo Milton Nascimento na canção "Amigo", tocando sua tradicional sanfoninha de 8 baixos e em "O que Vale É o Nosso Amor" em um belíssimo dueto vocal. O CD trás ainda como faixa bônus, um remix drum`n`bass da música "O que Vale É o Nosso Amor", produzido pelo DJ carioca Marcelinho da Lua.
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Familia que escuta o TERÇO unida...
May 15, 2008 06:34 AM PDT
A boa desse fds é assistir ao Terço no Teatro Rival Petrobrás. Boa para todas as gerações!! Se me falassem há 30 anos atrás que eu levaria família completa no show do Terço eu me "danava a rir"( como diria o Guarabyra!): eu nem acreditava em vida após os 30!!!!
May 04, 2008 07:00 PM PDT
Pra ouvir: Canção - do CD SIMULACRO, China Mombojó no Rio é coisa tão rara que não dá pra abrir mão e lá fui eu, passando mal, filha à tiracolo ( quem há de acreditar que era EU levando ela?) pra justificar. Tudo pra ver o China ( ah, dele ela gostou, apaixonou-se pela dancinha), rever o Yuri Queiroga e o Mombojó com o fofo Felipe à frente! Saudades daquele tanto de gente que enchia o palco, o que foi atenuado com as canções que as duas bandas tocaram juntas! Nada substitui a leveza da flauta do Rafa que faz a maior falta, espero que o Felipe S. reveja sua postura de não convidar mais ninguém, mas a doçura do Mombojó, as canções melodiosas, não encontram similar. Algumas novas foram testadas, com sucesso!.
Mais do China:
Dias 24 e 25 de Maio o mesmo show estará em SP, SESC POMPÉIA!!! Mais um trechinho da Virada
May 03, 2008 04:02 AM PDT
Mais um filminho, esse exclusivo, da apresentação de Sá, Rodrix & Guarabyra recriando o clássico Passado, Presente, Futuro, durante a VIRADA CULTURAL de São Paulo. Filmado sob muita tensão já que nosso grupo foi especialmente advertido sobre filmagens e fotografias não autorizadas ( pela organização do show, e não pela produção do trio!)
April 28, 2008 09:32 AM PDT
Santa Monika Trangressora, guardiã dos Deuses, protetora dos fãs que moram longe ( e dos que estão pertinho tb!), registrai cada segundo desse show histórico que proporcionou imensa alegria aos fãs que eram demasiadamente jovens na época ou aos que só conheceram SR&G anos mais tarde!!! Que sua máquina não seja descoberta pelos vigilantes atentos, e que a luzinha que ela emite seja providencialmente encoberta, para que possamos nos divertir com seus vídeos!
"COM VOCÊS: LUIZ CARLOS SÁ, JOSÉ RODRIGUES E GUTTEMBERG GUARABYRA" ( Locutor da Virada Cultural apresentando o show do Teatro Municipal)
Discografia Completa de Sá, Rodrix & Guarabyra ( atualizada, novos links)
April 28, 2008 09:05 AM PDT
Aí estão os novos links para a obra de Sá, Rodrix & Guarabyra, completa!
1972 - Sá, Rodrix e Guarabyra – Passado, Presente & Futuro
Zepelim (Luiz Carlos Sá)
1973 – Sá, Rodrix e Guarabyra – Terra
1 Os anos 60
1973 – Sá e Guarabyra – Nunca (com “O Terço”)
1975 – Sá e Guarabyra – Cadernos de Viagem ( c/ Marisa Fossa)
1977 – Sá e Guarabyra – Pirão de Peixe com Pimenta
1979 – Sá e Guarabyra – Quatro
1983 – Sá e Guarabyra – Dez anos juntos
1984 – Sá e Guarabyra – Paraíso Agora
1985 – Sá e Guarabyra – Harmonia
1987 – Sá e Guarabyra – Cartas, Canções e Palavras
1990 – Sá e Guarabyra – Vamos Por Aí
1994 -Sá & Guarabyra
1997 – Sá e Guarabyra – Rio-Bahia
1999 – Sá e Guarabyra – Orquestra Sinfonia de Americana ao Vivo
Coletâneas, solos, etc: Lembranças do futuro ( Guttemberg Guarabyra - 2007)
1988 – Sá, Rodrix & Guarabyra – O Rock Rural de Sá, Rodrix e Guarabyra
1988 – Sá e Guarabyra – Quinze Anos Juntos
O Melhor de Sá & Guarabyra
April 17, 2008 12:56 PM PDT
Há muito não escuto as novidades do Rock Gaúcho, portanto é com alegria quase adolescente que descubro uma banda de Pelotas, fazendo o mais puro Rock Regional ( Não confunda com Rock Rural que tem referências no bucolismo campestre, algo idílico.)
Para ouvir: Recuerdos da 28 – Canção de Luiz Marenco, da 10 ª Califórnia da Canção ( Festival Tradicionalista de Música Gaúcha) com os Doidivanas Os Doidivanas no MySpace: http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendID=81472906
VIRADA CULTURAL de SÃO PAULO - 24 horas de boa música
April 06, 2008 12:20 PM PDT
Cultura pra quem quer consumir cultura, música pra todos os gostos, tudo gratuitamente disponível nas mais diversas partes da cidade. Desde Siba até O Terço, passando por Egberto Gismonti e Naná Vasconcellos, Teatro Mágico, e Sá , Rodrix & Guarabyra!
Alguns shows recriarão discos antigos, tais como SNEGS, do Som Nosso de Cada Dia e o PASSADO, PRESENTE, FUTURO (1973) do SR&G. Isso sim um presente, uma oportunidade única de ouvir o disco inteiro, com arranjos originais. No caso do Som Nosso de Cada Dia, um revival da banda única e exclusivamente para essa data ( VIVA MANITO E PEDRÃO que toparam encarar essa!) LEMBRANDO AINDA QUE TEM TONINHO HORTA & ORQUESTRA FANTASMA COMPLETA NO SESC PINHEIRO NESSE MESMO FDS, PARTE DA PROGRAMAÇÃO DA VIRADA CULTURAL! Aí vai a programação completa: Veja abaixo a programação dos principais palcos da Virada: PALCO SÃO JOÃO
TEATRO MUNICIPAL
BAILE CHIQUE
BAILE DO AROUCHE
ROCK REPÚBLICA
PALCO DAS MENINAS
BAILE DE BAMBAS
BOTECO DE BAMBAS - SAMBA DE MESA 24 HORAS
FESTIVAIS INDEPENDENTES
PIANO NA PRAÇA
MERCADO CAIPIRA
CEUS Água Azul
Alvarenga
Aricanduva
Azul da Cor do Mar
Butantã
Campo Limpo
Casa Blanca
Cidade Dutra
Inácio Monteiro
Jaçanã
Jambeiro
Meninos
Navegantes
Parque São Carlos
Parque Veredas
Paz
Pêra Marmelo
Perus
Rosa da China
São Mateus
São Rafael
Três Lagos
Vila Atlântica
Vila Curuçá
Vila Rubi
É Impossível Parar de Dançar com o Zé
April 05, 2008 04:23 AM PDT
Dois clássicos do Zé Rodrix: Casca de Caracol e É Impossível Parar de Dançar. Música boa é isso, passam-se 30 anos e vc regrava com o mesmo arranjo e andamento ...é como se o tempo não houvesse passado:
Zé Rodrix brilha em Santos!!!
April 01, 2008 06:29 PM PDT
É um one man show, definitivamente! A Jazz Band da Associação de Músicos de Santos revelou-se espetacular e capaz de absorver o espírito Rodrixiano nas performances: até o jingle do Supermercados EXTRA virou masterpiece!
Nesse filme o bis com a participação do Sonekka ( parceiro do Zé Rodrix nessa em outras canções ): NUNCA TIVE TANTO MEDO DE SER FELIZ! AS CANÇÕES ( dvd/cd ao vido, solo) Zé Rodrix - Gravação dias 28/29 de março - Santos / SP
March 26, 2008 03:46 PM PDT
Agora é só expectativa: esse será o primeiro de uma série de shows históricos do Trio: primeiro DVD solo, primeiro CD solo após anos, até parece que é o meu primeiro show tb!
Todos lá !!!! SERVIÇO:
SESC SANTOS
Ingressos disponíveis em qq unidade SESC do Estado de SP Preços: R$ 20,00 [inteira]
Entrevista com o Zé Rodrix sobre o DVD AS CANÇÕES:
March 18, 2008 08:14 AM PDT
Há um tempo atrás, revendo, rapidamente, uma cena de "Vai trabalhar., vagabundo” ( filme do Hugo Carvana) “vi” o Zé Rodrix no personagem do Lutero Luiz. Um “furo” absurdo do qual me retrato publicamente!!! (Tá , o Lutero Luiz era mais magro na época.!)
Do Tibério Gaspar: Oi H, a música QUEBRA-CABEÇA é de autoria da dupla Paulinho Soares e Marcello Silva.
Ou seja: A CANÇÃO QUEBRA-CABEÇA NÃO É DO ZÉ RODRIX NEM DO ANTONIO ADOLFO, E SIM DO PAULINHO SOARES E MARCELLO SILVA! Talvez o/a leitor/a tenha confundido já que no mesmo FIC o Som Imaginário, composto por Tavito e Zé Rodrix ( além de Robertinho Silva, Wagner Tiso, Fredera), defenderia a canção FEIRA MODERNA ( hoje um clássico do Beto, Lô e Brandt) Pra me desculpar com todos: Paulinho, Marcello, Zé, Antonio Adolfo e demais leitores do blog, aí vai a versão original de Feira Moderna com o Som Imaginário. *****
March 18, 2008 05:21 AM PDT
O Rio de Janeiro acordou com um sol gostoso, morninho na medida certa de um sol ( pré ) outonal. Deve ter pressentido a presença do Trio na Cidade: para a gravação, hoje, do Programa Zoombido, com o Paulinho Moska ( atualmente preferindo ser chamado de MOSKA), para o Canal Brasil ( GLOBOSAT). Zoombido irá ao ar ( sem trocadilhos) na quinta feira com várias reprises nos dias subseqüentes.
Faça o jogo da memória
Siga, continue rindo
Sá, Rodrix & Guarabyra - show do Festival de Verão de Pedro Leopoldo
March 16, 2008 03:10 PM PDT
Show realizado dia 14 de março, no Almoxarifado , na cidade de Pedro Leopoldo/ MG. Sá, Rodrix & Guarabyra + 14 Bis + Venturini : Novo Projeto Juntos!!!
March 16, 2008 10:47 AM PDT
Um trecho da entrevista coletiva que deu início ao novo projeto reunindo o 14 Bis , Flávio Venturini e Sá, Rodrix & Guarabyra, pela primeira vez juntos desde 1973.
ALBATROZ - em pleno vôo
March 14, 2008 12:37 PM PDT
Tarde de autógrafos e encontro de amigos, sábado, dia 15 à partir das 16 hrs no NECTAR Um trecho de "ALBATROZ: O encontro das tribos na Califórnia dos anos 60"
(...) Tudo começou em janeiro de 1967, quando todas as tribos da Califórnia foram convidadas para o primeiro Human Be In - The gathering of all tribes. O Love-in de outubro de 1966 foi um trailer da grande concentração de janeiro seguinte que reuniu a comunidade hippie de San Francisco, os ativistas políticos de Berkeley e Oakland, o pessoal das religiões orientais e os diversos segmentos revolucionários da Califórnia, incluindo os Panteras Negras. Os cartazes anunciavam o encontro como "Uma união de amor e ativismo que derrubará as barreiras do dogma e os clichês da diferença". O poeta beatnik Allen Ginsberg que, meses antes, tinha se banhado no Rio Ganges, apareceu no Golden Gate Park com sua gordura judaica e longa barba negra sobre uma bata indiana, exalando Oriente e demonstrando estar totalmente reciclado. Mais de 10 mil pessoas deram as caras e encheram as cucas. Na multidão, muitos dos que participaram dos testes de ácido de Ken Kesey. As pessoas, vestidas com indumentárias exóticas e fantasias, cumpriram a promessa dos organizadores de fazer daquele evento um love riot in fancy dress. O parque foi ocupado por piratas, soldados da guerra civil americana, ciganos (as), feiticeiros (as), mágicos, artistas dos anos 20, caubóis e índios (as) entre muitos outros personagens. Os Hell's Angels voltaram a impressionar ao se enfeitarem com flores e saltitarem com pandeiros, sempre solícitos na busca de crianças perdidas; os Hare Krishna tocavam sinos, cantavam mantras e faziam sua coreografia; os Panteras Negras se misturavam sorridentes, exibindo as cabeleiras black power. O povo chegou das mais variadas formas: teve gente saltando de ambulâncias, de carros de lavanderia e até de um helicóptero. Sobre um palco de madeira, as bandas da casa mandaram ver. The Holding Company com Janis Joplin, Quicksilver Messenger, Jefferson Airplane e o Grateful Dead. Um papai Noel muito louco distribuía tabletes de ácido. Na vez do Airplane tocar, Grace Slick entoou o refrão de "White rabbit", pedindo que todos dissessem uns para os outros: "Feed your head!!" ("Alimente sua cabeça"). E repetia dentro da canção como uma sacerdotisa lisérgica: "Feed your heeaaadd" As milhares de pessoas no parque, algumas já sem nenhuma roupa, começaram a ministrar umas às outras, "Feed your heeaaaddd!!!" Discursos atribuíam ao LSD a diminuição em grande escala dos casos de violência naquela área. Um repórter da revista Time, presente ao Human Be-in, escreveria que "a impressionante multidão se comportou pacificamente durante todo o tributo a Haight-Ashbury. A polícia nem chegou perto. Era a cerimônia de abertura do Grande Concílio do Fogo que reuniu as tribos para um ritual de expansão dos sentidos e das consciências em direção à paz". (...) ALBATROZ - O encontro das tribos
March 14, 2008 12:04 PM PDT
Joel Macedo fez parte das fileiras da primeira edição do jornal (hoje revista) Rolling Stone no Brasil. Fez a imersão total na cultura hippie, na contracultura e percorreu a América por terra duas vezes presenciando as transformações dos anos 60. Um livro dele, "Tatuagem - Histórias de uma geração na estrada" sempre foi um de meus favoritos e até publiquei um dos contos aqui no Jam Sessions e Joel me diz que isto o incentivou a voltar a escrever. Ele está lançando "Albatroz - O encontro das tribos na Califórnia dos anos 60'', um romance que começa no malfadado Festival de Altamont em 1969, onde os Rolling Stones cometeram o erro de contratar os Hell Angles para a segurança e faz uma remissão ao Verão do amor em 1967, às experiências com LSD de Timothy Leary e Ken Kesey, tudo ao longo da história de dois caras, um brasileiro e um americano, unidos pelo acaso. A edição foi bancada pelo próprio Joel (foto) e os livros estão à venda nas livrarias Argumento, Galileu, Travessa e Saraiva. Ele faz um pré-lançamento neste sábado das 16h às 21h no Nectar, em Vargem Grande, onde sempre rola som de bandas cover dos anos 60 e 70 e de reggae. Lá tem uma loja de vinis mantida pelo dono Sergio Carvalho. Fica na Estrada dos Bandeirantes 22.774, em Vargem Grande com informações pelos fones 2428-1387 e 9168-7109. Abaixo uma entrevista minha com Joel. O Globo Online - Você retrata o período hippie dos anos 60 no seu road book. O que representou aquele período na sua opinião? Foi tudo uma utopia ou aquela geração trouxe mudanças para o estilo de vida que existem até hoje? Joel Macedo - Tudo passa pelo valor de uma utopia, sim. Uma geração precisa de uma utopia para caminhar, pra dar sentido à vida dos que fazem parte dela. Sem utopia nenhuma geração brilha na História. A geração dos 60 e 70 teve a utopia política e a utopia hippie, entendendo-se por isso o rock, as estradas e toda a contracultura. Uma geração sem uma utopia pra caminhar é isso que a gente está vendo hoje por aí: essa coisa morna, perdida, sem brilho, confusa! Em termos coletivos, a utopia hippie se desfez sim. Claro que deixou muitos rastros que são visíveis hoje. Alguns bacanas, e eu discuto isso em "Albatroz", mas outros que não deram bons frutos, como a revolução sexual, por exemplo, que tinha um sentido político nos anos 60, mas degringolou nessa zona que tá aí. A visão das drogas na época era totalmente diferente da atual, tomava-se para expandir a mente e buscar conhecimento, hoje quem toma diz que é só pra zoar. Antes buscava-se o aperfeiçoamento e hoje prevalece o hedonismo. Como você vê esta questão? - Na comuna Joel Macedo no orkut rolou uma discussão legal sobre isso e concluímos que essa diferença pode ser percebida nos festivais de rock do passado e nas raves atuais. Nos primeiros havia celebração tribal de paz e amor, aquela coisa solidária, cósmica. Nas raves, apesar da boa intenção inicial, parece que tudo ficou mais individualista. Quando o crime organizado passou a controlar as drogas alucinógenas por volta de 1968 nos EUA, o movimento hippie começou a entrar em crise. E esse é um dos temas centrais de "Albatroz". Não tem como conciliar beleza com narcotráfico. Existe um componente autobiográfico no relato. Você por acaso é o Carlos e por acaso esteve em Altamont? - "Albatroz" é um livro de ficção e eu sou um contador de histórias. Por sinal, um dos pouquíssimos ficcionistas da geração hippie. A geração beat foi abundante em escritores, mas os hippies sempre se expressaram mais pela música. É claro que eu falo do que vivi. Afinal, viajei muito, atravessei a América duas vezes por terra, conheci muita gente, ouvi muita coisa. Se eu te disser que estive em Altamont vou estar me entregando. Por acaso, eu estava na Califórnia em dezembro de 1969, mas não estive em Altamont. Só meus personagens estiveram. A contracultura pretendia ser um vírus no sistema, você acha que ela conseguiu se instalar ou foi inteiramente removida? - Ela pretendia e conseguiu ser uma intervenção importante naquele sistema rígido que produziu guerras e ditaduras. Mas, com certeza, só conseguiu se reproduzir nas cabeças de quem participou dela. Em termos históricos, foi aniqüilada há muito tempo. O vírus do capitalismo foi mais forte. Essa geração celular de hoje não tem vestígio algum de nada, não sabe nada, nunca ouviu nada que preste. Esse "revival" que vemos por aí, de biografias de superstars pra todo lado, é puro capitalismo temático. Nada tem a ver com contracultura. Quais as músicas mais emblemáticas do período, quais as favoritas suas na época? - Do período coberto por "Albatroz", elas estão lá mesmo no livro. É um livro com trilha sonora. Tem rádio FM ligada o tempo todo, tem Monterey Pop e Altamont visitados "ao vivo", é um livro-rock com certeza. Não dá pra enumerar as bandas e cantores que rolam em "Albatroz", só posso dizer que prevalece a turma da Califórnia. O Jefferson Airplane, o Grateful Dead, a Janis Joplin, O Country Joe McDonald... É um livro histórico sobre o movimento hippie na Califórnia. Nesse sentido, considero o meu livro cultura. Quem lê, aprende de uma vez por todas o que foi o movimento hippie nos EUA. O que você acha das experiências de Ken Kesey e Timothy Leary com o LSD. Você acha que o ácido lisérgico é uma ferramenta eficaz para o aperfeiçoamento espiritual e intelectual? - Isso está tudo no livro também. Não dá pra contar a história do movimento hippie sem falar do LSD, de Ken Kesey e de Leary. Acho que o LSD teve sua importância histórica mas está totalmente superado. .
- Como todo mundo ali, eu me agreguei por acaso. Fiz a entrevista de capa do número um com o Big Boy e voltei pra estrada. Minha contribuição foi fazer a ponte com o que estava rolando lá fora. Na maior parte do projeto eu fui um correspondente de estrada. Tinha até uma coluna com esse nome. E o bacana é que eles não precisavam de agência, tinha um repórter exclusivo lá fora mandando as matérias. Tudo na antiga Rolling Stone foi mágico. Princípio, meio e fim. Todo mundo que passou por ali acabou dando em alguma coisa, plantamos as sementes do rock brasileiro e até hoje nos falamos e nos respeitamos como uma família, mesmo passando anos sem se ver. Para a lenda não cair no esquecimento está sendo produzido o documentário "Rolou" pelo cineasta e dono do Néctar, Sérgio de Carvalho. Seu primeiro livro, "Tatuagem", tratava de que assuntos? Podia falar dos demais livros e se ainda podem ser encontrados. - Por incrível que pareça, em termos de produção e divulgação "Tatuagem" foi o menos underground de todos. Parece piada. Mas os outros foram o under do under. Quase mimeógrafo, vendidos de mão em mão. "Tatuagem" foi escrito entre 1968 e 1971, no calor dos acontecimentos, no meio de um vulcão em erupção. Fala da cena hippie em Londres, Nova York, Marrocos, Índia e Afeganistão. Tem uma virulência que impressiona. Eu recebia cartas do presídio da Ilha Grande pedindo que mandasse livros pra lá, pois o único que tinha já estava se rasgando porque era disputado a tapa. De certa forma, eu devo a você, Jamari, e a um conto do "Tatuagem", o ''Hot Summer'' (ou ''Verão Ardente''), ter me animado pra escrever o "Albatroz". Eu andava meio paradão, cuidando dos quatro filhos, da vida espiritual, quando você publicou o ''Hot Summer'' aqui no blog, bem no começo do Jam Sessions. O conto ficou umas três semanas em cartaz e foi me dando vontade de voltar a escrever. Reuni o que eu tinha anotado há décadas e saiu o "Albatroz". Entrevista dada ao Jamari França, para O Globo http://oglobo.globo.com/blogs/jamari/#93405 - O encontro das tribos da Califórnia Foto: Joel Macedo, década de 70, foto da Rolling Stone. Tavito & Zé Rodrix no Festival de Verão de Pedro Leopoldo (MG)
March 11, 2008 11:31 AM PDT
Perfeita a assessoria de comunicação do Festival de Verão de Pedro Leopoldo: já prevendo a falta de cobertura da grande mídia, prontamente disponibilizaram no site um filminho da apresentação bem como um pequeno resumo do que aconteceu ontem à noite, bem como fotos da tarde de autógrafos e da apresentação, abortada por um corte de luz acontecido lá pela 5ª canção! Ainda bem que deu tempo desse breve registro! Fotos: Marcelo Sander
A Entrevista de Sá, Rodrix e Guarabyra ao Ronnie Von dia 3/3/8
March 06, 2008 05:18 AM PST
Sá, Rodrix & Guarabyra - novidades para 2008
March 04, 2008 06:57 AM PST
Ontem foi a primeira entrevista do ano, ao menos a primeira com novidades tão boas: novo CD com inéditas, novo projeto de celebração dos 35 anos do trio, shows , etc.
As novidades na agenda são: dia 14/3- Pedro Leopoldo/MG ABRIL - Gravação do CD comemorativo de 35 anos do Trio dia 8/5 - Taguatinga/DF dia 30/5 - Com Venturini e 14 Bis - Belo Horizonte Em Abril : gravação do novo disco, para o qual aceitam sugestões de músicas antigas, mas que já não tenham sido regravadas ( como Dona, Espanhola, etc)
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B.Guedes CAMBADA MINEIRA & LÔ BORGES HOJE!!!
February 26, 2008 02:02 PM PST
Ainda dá tempo: Cambada Mineira no teatro Rival, às 19:30mins.
Conheçam mais sobre o Cambada Mineira: http://www.cambadamineira.com.br/ CAMBADA MINEIRA & LÔ BORGES HOJE!!!
February 26, 2008 12:51 PM PST
Ainda dá tempo: Cambada Mineira no teatro Rival, às 19:30mins.
Conheçam mais sobre o Cambada Mineira: http://www.cambadamineira.com.br/ Marya Bravo no Cinemathéque
February 25, 2008 12:44 PM PST
Vale a pena conferir : Mary Bravo é a linda atriz e cantora, herdeira do talento de Zé Rodrix ( e Lizzie Bravo), com um currículo imenso que vai desde “CREMOGEMA” ( o slogan, lembram?
Pra quem quiser conhecer mais:
February 23, 2008 04:59 PM PST
Voltando de SP, quase 4 horas de atraso, com o aeroporto congestionado por conta do tempo chuvoso, encontro o Lenine na esteira. Que prazer! Lenine está firmando sua carreira na Europa , através da França. Seus fãs construíram um ótimo site, todo em francês ( a versão nacional virá depois), para facilitar contatos e contratos. Silvério Pessoa está conquistando as platéias no exterior também. Esse ano seu tour passa pela Malásia! Japão no ano passado foi um sucesso, acreditem! Não dá pra ficar indiferente à presença do Silvério no palco, mesmo não entendendo a letra. A doçura e a meiguice se transformam em explosão pura !
13/06 - MC 93 - Bagnolet (França)
Foto: Silvério e Paulo Miklos ( Titãs) no Marco Zero, Recife.
Para ouvir: Miedo ( na versão MTV com Julieta Venegas) Lô Borges no Rio de Janeiro
February 22, 2008 08:35 AM PST
Lô Borges no Rio, ainda mais depois do show do Sesc Ginástico, no dia do temporal que desabou o túnel Rebouças. Naquela data Lô alegou ser complicado tocar no Rio pela falta de palcos médios. Por isso alegra tanto a presença de Lô em dois eventos no intervalo de 1 semana. Ontem, show gratuito, a presença maciça da terceira idade, turma acostumada a ir a e eventos gratuitos ou a baixo custo. Lado a lado uma garotada que parecia estar em um show de rock, pulava, dançava nas cadeiras e gritava! No meio, a geração do Lô( e minha ) disfarçava a emoção ao ouvir clássicos, cantava junto ( com medo de errar) e lavava a alma!O Teatro do BNDES ( mais de 400 lugares) ficou muito pequeno!
*************** Para ouvir
February 19, 2008 02:24 PM PST
Algumas músicas são mantras energéticos, te enlevam, atraem vibrações positivas. A música de Toninho Horta é assim. Isso todos sabem. Mas ele, o autor, o músico e a pessoa refletem a mesma energia de amor e carinho que permeia as canções!
Como Deus protege os ignorantes e os ingênuos Toninho cantou a canção pedida por mim (arranjo e letras originais), apesar de eu ter errado no título!
JESUS NUMA MOTO: Como surgiu a música??? (Pelo seu criador...)
February 11, 2008 11:36 AM PST
Nunca postei essa canção, talvez por vê-la com muita crítica. Poesia forte, evoca ícones idolatrados por todos. Tenho sempre uma segunda leitura das letras, e Jesus Numa Moto permite que essa segunda leitura exploda às vistas, algo cínica.
Bazarcultura - A respeito disso, é muito peculiar a música nova "Jesus Numa Moto". Você viu um motoqueiro "Hell Angel's" andando de capacete e quando ele parou... Rodrix - Isso, quando ele parou, tirou o capacete e era um gerente de banco, um senhor. Um senhor de quase seus setenta anos, aquela cara de gerente de banco, e estava numa moto. Aí falei para o meu filho, "olha aí, meu filho, esse aí meteu um Marlon Brando nas idéias e saiu por aí!", exatamente onde começa a música. Então essa característica panfletária, você pode ver nas músicas antigas e nas novas, pois nós sempre fomos gente com esse tipo de postura, panfletária, aberta, de opinião, nunca a música pela música, algo que a gente não perdeu nesses anos, e talvez aí esteja o motivo do interesse das pessoas ter permanecido. http://br.geocities.com/reinaldochaves/txt/txt21.htm *************************** 18-) RM – A música Jesus numa moto, foi composta em que ano? Foi uma forma de dizer que “O Sonho Acabou” para sua geração ou que continua? ZR – Ela foi composta em 2000, a partir da imagem de Jesus dirigindo uma moto. No momento ela vem se tornando hino dos grupos de motoqueiros brasileiros. Cada vez mais cantada por eles em seus eventos. Não acredito em sonhos, a não ser quando estou dormindo. Por isso creio que JESUS NUMA MOTO é apenas um retrato das pessoas de minha geração que, após amadurecerem, se tornam capazes de ter duas vidas, sendo uma delas aquela que lhes agrada integralmente http://www.ritmomelodia.mus.br/entrevistas/entrev%202007/02%20zerodrix/entrev_zerodrix.htm ¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨ Casa no Campo Existe um Universo mitico que so tem concretude na musica feita no Brasil, e sendo mais transcendente que imanente, ainda assim é levado a serio como se tivesse existencia real. Passei por isso com CASA NO CAMPO; a quantidade de gente que embarcou naquele sonho, sem perceber que ele era apenas a fotografia de um determinado momento, nao esta no gibi. Tenho passado por isso atualmente com JESUS NUMA MOTO(...). A imensa quantidade de motoqueiros individuais ou coletivamente organizados que esta transformando a musica em um hino da categoria (rsss) nao dá para encarar. (Neste caso acho que o problema esta na sonoridade das palavras CELA e SELA, que cada um entende do jeito que quer, pode e consegue...) Ha quem viva de acordo com as personas estabelecidas nas musicas deste ou daquele, provavelmente porque elas decifraram dentro de seu espirito algum enigma que ele sequer sabia que la estava. Esta é a função do artista, nascida da sua capacidade criativa e de sua maior ou menor coragem de se atirar no abismo-de-si-mesmo em busca de alguma coisa a mais. Se o artista nao presta este serviço, desbravando continentes inexplorados, o publico vai ficando bobinho e sem essencia, vivendo apenas da piderme para fora, sem que haja real penetração da Arte no seu eu mais interior, dai em diante reiterando ou clonando personagens e atitudes que nao são verdadeiras nem mesmo para o autor da canção.
http://www.lucianopires.com.br/idealbb/view.asp?topicID=4952 1 Real de DJ Dolores nesse carnaval!
February 04, 2008 04:52 AM PST
Pra alegrar esse carnaval abaixo de chuva ( gelada!) aí seguem os links para baixar o novo disco do DJ Dolores, recém lançado no exterior! Dj Dolores - I Real [2008] tracklist: 1-Deixa Falar
http://www.megaupload.com/?d=CPJB8P9V ou http://www.badongo.com/file/7390808 ou http://www.zshare.net/download/66799226e77627/ TAVITO's Birthday 2008
January 23, 2008 04:22 AM PST
Todos os shows do Tavito são anunciados com textos saborosos, divertidos e cheios de detalhes: é assim o Tavito! Hoje sou eu que faço o convite para a celebração de amizade que será o Aniversário do Tavs!!!
Dia 26 de Janeiro
Com Tavito, amigos, companheiros, colegas, parceiros, admiradores, fãs, seguidores e quem mais aparecer! PS: TAVITOOOOOOOO, ESSE BLOG TE AMA DE PAIXÃO!!!! FAÇA DE MIM UM OBJETO - Zé Rodrix
January 22, 2008 11:15 AM PST
O índice do Zé Rodrix entre os colecionadores aparentemente está em alta, aumentando o número de itens oferecidos no mercado de colecionismo.
1 REAL de DJ Dolores
January 16, 2008 02:01 AM PST
Novo trabalho do Helder Aragão, o DJ Dolores, é lançado na Europa:
http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendID=247115388 Atenção pra faixa JPS, com vocal do Silvério Pessoa! ******************************
DJ Dolores se inspira nos ambulantes do Recife para dar nome ao novo disco, mais pop e universal José Teles
O novo disco de DJ Dolores chama-se 1 Real. É o de embalagem mais luxuosa entre os seis que ele já lançou (contando com trilhas sonoras para cinema e teatro). Paradoxalmente suas ilustrações, e inspirações para algumas letras são calcadas nos sinais explícitos da impagável e peculiar miséria que assola o Recife: "O Recife é o centro das atenções neste disco, onde procurei relacionar o ambiente com a música", confirma DJ Dolores. Os signos da vida abaixo do nível de pobreza estão espalhados pelos pela capa e encarte. Como por exemplo, os pequenos cartões com os quais mendigos pedem auxílio nas ruas e coletivos: "Faça hoje uma boa ação – Ajude-me comprando este por 0,50 aceito vale, passe e tickes (sic)". O título do CD vem de um "cardápio", de uma destas carrocinhas que vendem fast-food de origem duvidosa: "Pastel coxinha c/guaraná R$ 1". Mas não se pense que o disco também é alicerçado nos ritmos regionais, ou apenas nestes. 1 Real é um trabalho de difícil catalogação, até porque DJ Dolores envereda também pela composição das canções, inclusive escrevendo letras. A faixa que abre o disco é um reggae, é assim explicado por ele, no encarte (em inglês): "Músicos não sabem como classificar sua própria música, e deixa esta tarefa dúbia para gerentes de marketing e jornalistas. Músicos querem fazer música e não se preocupam em qual prateleira o disco será colocado. De forma que deixemos os cães latirem enquanto a caravana dança". Músicos talvez não se preocupem em rotular o que produzem, mas jornalistas têm que traduzir a música para o leitor. No caso de 1 Real nunca o rótulo world music se encaixa tão bem num disco. E por world music entenda-se música sem fronteiras: "A diferença para meus outros discos é que este está mais internacional", ratifica ele. E também o som mais aproximado do pop, como acontece em Shakespeare (de Caldão Volpato, feita para Senza vapore, disco de cabeceira dos mangueboys de primeira hora). Marion Del'Eite, cantora francesa que vive no Rio, a interpreta em levada de chanson, lenta e suave. Esta é para tocar no rádio. Porém Shakespeare é antecedida por Wakaru, um caboclinho turbinado. "Há muitos elementos desconexos nesta canção: pífanos de caboclinho, linha de baixo de trance, uma rabeca melodiosa e um cara falando num japonês estropiado. Sacou a coisa? Nem eu, mas gostaria", diz Dolores. O elemento surpresa se faz presente ao longo de todo o disco. Quem esperaria um surfe rock, meio indie, num disco de DJ Dolores? Flying horse é isto, ou melhor, como ele próprio explica: "Há uma faixa surpreendente de Saul Williams (rapper, ator e escritor americano) na qual ele se vale de surf music como fundo para um poema dele. Queria fazer algo semelhante, mas em certo momento perdi controle e a canção acabou soando como seria com uma velha banda de garagem brasileira se eles já tivessem computadores nos anos 70. Música tem vida própria, é só segui-la". Depois de um rock, uma faixa intitulada Saudade, inspirada num forró dos anos 70, A velha debaixo da cama (Jonas Andrade), que também acabou saindo do controle, "Quando comecei esta faixa tinha aquela música na cabeça, mas não sei exatamente o que aconteceu. Talvez tenha sido o frio de Campos do Jordão (onde eu estava quando compus a música), mas acabou como uma coisa melancólica, sentimental". Uma das melhores faixas do álbum é Tocando o terror, um carimbó cadenciado, com umas levadas latinas no meio, e uma guitarra matadora de Gabriel Melo (co-autor da canção). "Fui para o estúdio com a base pronta, porém sem ter idéia de como desenvolver a coisa. Então Gabriel veio com um tremendo solo e aconteceu", conta Dolores a criação da canção, que é cantada por Tiné (da Academia da Berlinda), um dos vários convidados do disco. As vozes quase todas são de Isaar (que está cada vez melhor cantora, com seu timbre único). Mônica Feijó, Cláudia Beija, Silvério Pessoa e Hugh Cornwell, da banda inglesa protopunk The Stranglers, são as outras vozes no disco. Nos instrumentos, uma seleção de craques, entre os quais o sempre instigado guitarrista Fernando Catatau, o baixista Júnior Areia e Bactéria (Mundo Livre S/A), Dengue. DJ Dolores derrama-se em elogios a Yuri Queiroga, espécie de faz-tudo do disco, presente em quase todas as faixas, tocando de guitarra a ocarina. No luxuoso encarte, Dolores em lugar das letras das canções, preferiu incluir pequenos textos, uns comentando as faixas, outros filosófico, como o de Cala cala (uma das poucas faixas que lembram ao primeira fase, com a Santa Massa, com a rabeca de Maciel Salu à frente): "Fico constantemente impressionado pelo tipo de convicção que é marca registrada do idealista extremado. Universo que o cerca é hostil ao seu ponto de vista – então eles atacam veementemente nosso mundo o qual – sob sua ótica – parece imperfeito e necessitando de ser transformado". Lançado pelo selo belga Crammed (o mesmo de Cibelle, Bossacucanova, Konono nº1, John Lurie), 1 Real sairá primeiro na Europa, em fevereiro, quando DJ Dolores e a Aparelhagem embarcam numa turnê por sete países, começando em Portugal e terminando na França. "Não sei exatamente quando o disco será lançado aqui, mas pretendo fazer isto o mais breve possível, para viajar com o show também pelo Brasil. Estou negociando, pode ser que saia encartado em alguma revista. Vou fazer também uma edição mais simples, para vender nos shows", diz. Dolores socializa algumas canções para quem estiver a fim de conhecer um pouco do disco. Ele colocou cinco faixas no www.myspace.com/djdoloresaparelhagem, com as letras. TAVITO's Birthday 2008
January 15, 2008 09:37 AM PST
Todos os shows do Tavito são anunciados com textos saborosos, divertidos e cheios de detalhes: é assim o Tavito! Hoje sou eu que faço o convite para a celebração de amizade que será o Aniversário do Tavs!!!
Ricardo Vilas & Zé Rodrix: MOMENTO4QUATRO
January 15, 2008 09:16 AM PST
Ainda nas nuvens por ter presenciado um raríssimo momento histórico musical com a comemoração de 40 anos musicais do Ricardo Vilas, ontem, no Maison de France( Rio de Janeiro). Lembranças variadas como foi o cardápio musical: das idas e vindas de BH, casa do Ze Maria e da Therezinha Rabelo, reabertura, sonhos embalados por Teca & Ricardo, Joyce, Boca Livre, Clube da Esquina, SR&G. E antes, ainda bem antes disso...Memórias remotas dos Festivais. Lamento por quem lá não esteve, lamento também pelos que não conseguiram entrar, sinto-me abençoada hoje pelos Deuses da Música, mas...o DVD sairá em breve! E todos hão de dar razão! Enquanto o DVD não sai, o pico da emoção foi com essa canção, a platéia explodiu literalmente, revivendo os Festivais!
FELIZ ANO NOVO!!!
December 28, 2007 01:24 PM PST
Mais um ano, algumas dezenas de posts , alguns resgates, muitas novidades e o mesmo entusiasmo juvenil ao (re)descobrir uma canção antiga, um texto recém escrito, uma novidade, ao ver ou rever um show ( sempre novo!).
Zé Rodrix lançando ESQUIN DE FLOYRAC no Jô Soares
December 23, 2007 08:39 AM PST
Terça passada foi de expectativas, afinal, Zé Rodrix no Jô não é sempre que acontece (adoraríamos que fosse, já que ele quase nem falou...rs...). Depois de travar combate acirrado com o vídeo cassete ( e descobrir no mundo de fitas perdidas tesouros tais como uma entrevista do Dr. Ulisses Guimarães no Jô Soares...como se pode ter algo assim jogado na estante????), no qual saímos perdedores e o vídeo falecido ( Preciso de outro urgente! Antes que acabem de vez nas lojas!), descobrimos que só veríamos se ficássemos acordados. Aí foi um tal de comidinhas e bebidinhas pra atiçar os sentidos, até finalmente a entrevista!
QUEREMOS MAIS ZÉ NO JÔ!! Toda entrevista ( 3 blocos) aqui: 1ªPARTE - http://videolog.uol.com.br/video?289657 2ºPARTE- http://videolog.uol.com.br/video?289490 TOCANDO "BOA NOITE CINDERELA" letra e musica Zé Rodrix e Elder Braga - http://videolog.uol.com.br/video?289638 ( Silvério no Rio de Janeiro ( ou o dia em quem o Jamari dançou!)
December 23, 2007 03:12 AM PST
Silvério esteve no Rio de Janeiro e deixou forte impressão de quantos o viram no show Cabeça Elétrica, Coração Acústico.No sábado o público foi bem maior, já que o horário facilitava e a chuva havia parado. E lá encontramos o Lula Queiroga e o Jamari França (Papa da crítica de rock).
Nação Zumbi e Silvério Pessoa, arrasadores Show da Nação Zumbi sexta no sábado foi o melhor que já vi e também nunca vi o Circo tão cheio para uma apresentação da banda, coisa de 3 mil pessoas, status de Barão Vermelho e Paralamas do Sucesso. Mais do que merecido para esta grande formação dos anos 90, vetor de um movimento que se alinha ao lado da Jovem Guarda, do Tropicalismo, da Bossa Nova e do Rock Brasil como dos mais importantes da música brasileira.
No sábado fui no conjunto cultural da Caixa ver o show de outro pernambucano, Silverio Pessoa, um artista que tem um trabalho genial e que merecia estar na abertura da Nação sendo exposto para 3 mil pessoas, em vez de estar tocando para menos de 100. Silvério este ano foi ao Jap]ão, fez sua turnê anual à Europa mas é pouco conhecido no Rio, um verdadeiro absurdo.
BNegão falou uma frase certeira sobre o show da Nação que estendo ao show de Silvério: "A música agradece este(s) show(s) de vocês" SILVÉRIO PESSOA Lançando o DVD CABEÇA ELÉTRICA, CORAÇÂO ACÚSTICO no Rio de Janeiro
December 14, 2007 04:57 AM PST
Silvério Pessoa já está no Rio de Janeiro para lançar ( finalmente) seu DVD ao vivo ( gravado no teatro Santa Isabel, em Recife) CABEÇA ELÈTRICA, CORAÇÃO ACÚSTICO. Depois do tour pela Europa e Japão, da temporada junina pelo Nordeste, ele vem apresentar seu trabalho, já reconhecido e premiado, dessa vez ao vivo, com banda completa e iluminação original ( a mesma usada no show do teatro Santa Isabel), e mesclando canções do cd CABEÇA com outras mais antigas do Cascabulho, sua banda original, e de cds anteriores. Imperdível nessa temporada de TEMPORAL/PE e RECICLES!!! Data: 14 e 15 de dezembro de 2007 (Sexta e Sábado)
http://www.youtube.com/watch?v=r3Kh26_HEXw No Meio do Mundo ( Sá & Guarabyra)
December 14, 2007 04:11 AM PST
Essas são a primeira notícia e a primeira foto que chegaram do Meio do Mundo, o show em homenagem à Joãosinho Menezes e Val Milhomem: O Show não Acabou
Acabei de chegar em casa, completamente ensopada, e com o coração apertado: A chuva atrapalhou a bela festa/show que marcava os 50 anos de Joãozinho Gomes e Val Milhomem. A festa estava linda. Um grande e empolgado público lotava a imponente Fortaleza de São José de Macapá. Uma banda base maravilhosa acompanhava artistas que vieram de todos os cantos do Brasil. Começou bem, atrasado, mas bem. Exceto pelos recorrentes problemas amapaenses com som. A platéia agüentou firme o pau d’água. Mas chegou um momento que a chuva foi mais forte que a estrutura, a energia pifou, e o ventos soprados do Amazonas ficaram intensos demais. Ainda não estava nem na metade do show. Não sei se será possível retomar amanhã. Nem que decisão será possível tomar, diante desse adiantamento das chuvas que pegou a produção. Tomara que seja possível. Foi um trabalho de produção sério, intenso, e de alto custo. Fiquei realmente muito triste, principalmente por Joãosinho e Val, que sonharam e foram em busca da execução do sonho, dando sua arte de presente naquela noite, entregue por maravilhosos artistas do Brasil inteiro. Ainda bem que deu tempo de receberem a belíssima homenagem do poeta Thiago de Melo. Escrito por Alcilene às 03h08
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Foto do Chico Terra
Novas Crônicas do Guttemberg Guarabyra
December 11, 2007 07:51 AM PST
Chester voador
Tutorial cívico
História mal contada
Hino recantado
A MÚSICA DE SÃO PAULO ( Memórias de Zé Rodrix) 6 e 7
December 11, 2007 07:41 AM PST
A MÚSICA DE SÃO PAULO (UMA MEMÓRIA PESSOAL) 6 Estava a cada dia mais insatisfeito com o que fazia como profissão: meu momento de sucesso havia passado, e eu não me preparara para isso. Shows cada vez piores, cachês cada vez menores, começamos eu e Tico (que também não estava sabendo bem o que fazer da própria vida) a planejar uma forma de usar nossa tão decantada criatividade, que saia pelos poros, mas não nos rendia nada. Em vez de ficar ouvindo executivos de gravadoras dizerem a frase-chave de suas vidas: - “Porque vocês não fazem uma música mais comercial?”, deveríamos partir direto para a música mais comercial que havia, e que era a música para publicidade. Essa tinha vantagens sensacionais: era paga, aliás, bem-paga, e sempre contra entrega: já no mundo do disco tudo era feito em consignação, ou seja, você gravava e esperava pacientemente para ver o que ia acontecer, se acontecesse… Iniciamos a invenção de nossas personas-publicitárias, baseadas visualmente nos Blues Brothers, e para exibir aos executivos de agências de publicidade o quanto éramos criativos, criamos um monte de clientes fictícios e um monte de jingles inexistentes, que gravamos e começamos a levar às agências da época. Era um susto: quando entrávamos nas empresas, ainda muito tradicionais. ninguém entendia aquele par de loucos, um alto e um baixinho, vestindo ternos pretos, chapéus, óculos escuros, e com pastas 007 algemadas aos pulsos. Um desses diretores de criação, conhecido seca-e-meca por sua ousadia, ouviu nossa fita e decretou: -não tem lugar para vocês na publicidade. Vocês são criativos demais!
**************************************************** A MÚSICA DE SÃO PAULO (UMA MEMÓRIA PESSOAL) 7 Os anos de 82 a 98 passaram com rapidez imensa, hoje percebo: quando se está fazendo o que nos agrada e que rende frutos visíveis, a sensação é a de um carrossel que gira sem parar, levando-nos cada vez mais a um estado de euforia extremamente criativo, cada vez mais vertiginoso, fazendo-nos esquecer da única grande verdade que existe: no Universo vivo, a única coisa permanente é a mudança. Mudamos muita coisa no panorama da música de publicidade: o que antes era um planeta totalmente separado do planeta musical se tornou idêntico a ele, influenciando-se mutuamente, graças ao nosso desejo intenso de usar no mundo comercial as conquistas artísticas de que tínhamos conhecimento. O mundo da publicidade se enriqueceu muito com essa interpenetração de mundos, e não foram poucas as colaborações que demos a campanhas publicitárias que efetivamente mudaram o rumo da publicidade brasileira, modificando inclusive a auto-estima dos profissionais da área, subitamente elevados ao patamar que sempre haviam desejado ter. Nasce dai a confusão que os publicitários fazem entre seu ofício e a Arte, tentando ser mais do que realmente são, certamente por insegurança de seu próprio valor real.
Sá & Guarabyra em Macapá no dia 13 de dezembro
December 07, 2007 11:25 AM PST
Oportunidade única de assistir um revival da dupla, que só acontece quando o o Zé fica impossiblitado, por alguma razão, de viajar!! O Maior Encontro da Música Brasileira no Meio do Mundo vai fazer o canto amazônico ecoar para além das florestas e rios do Amapá. A comemoração dos 50 anos de Joãosinho Gomes e Val Milhomem vai reunir no palco da Fortaleza de São José de Macapá grandes nomes da música brasileira, interpretando composições dos dois músicos que têm levado canções do Amapá aos ouvidos e sentidos das mais diversas paragens do Brasil. São 50 convidados para o show que terá quatro horas e meia de duração, em apresentações que vão mostrar a singularidade do encontro entre artistas que produzem e cantam ritmos diversos. O batuque regional e os ladrões do marabaixo, por exemplo, têm encontro marcado no palco com a música popular brasileira de Chico César, Jane Duboc, Paulinho Moska, Flávio Venturini, entre outros; o samba do Amapá tem encontro com os solos do violão plangente de Sebastião Tapajós. Outros convidados como Lecy Brandão, Sá e Guarabira, Cláudio Nucci, Celso Viáfora, Vital Lima, artistas que se destacam na música por todo o país, estarão no palco com artistas amapaenses como Patrícia Bastos, Zé Miguel, Amadeu Cavalcante, Enrico Di Miceli, Negro de Nós, Osmar Júnior e uma série de outros, entoando as canções de Joaõsinho Gomes e Val Milhomem. Por aí se vê o que se pode esperar do evento, no dia 13 de dezembro, a partir das 20 horas. Durante o show será lançado CD duplo com as músicas de Joãosinho Gomes e Val Milhomem já gravadas por outras vozes, como Nilson Chaves, Enrico Di Miceli, Paulinho Moska, Lucinha Bastos e Celso Viáfora. E para que O Maior Encontro da Música Brasileira no Meio do Mundo entre de vez para a história da música do Amapá e seja ouvido pelos mais distantes apreciadores da boa música, todo o show será gravado para a produção de um DVD.
Serviço
Museu Fortaleza de São José de Macapá está localizado na Rua: Cândido Mendes, S/N. º Centro / Macapá-AP.
Luiz Carlos Sá & Os Lobos ( 2ª parte - esclarecimentos)
December 07, 2007 11:09 AM PST
Apesar de encontrarmos várias fontes que dão como certa a participação do Luiz Carlos Sá n’Os Lobos , no final dos anos 60, a verdade é que a banda somente gravou 2 canções do Sá ( Santa Tereza e Homem de Neanderthal ) ( ver post sobre Os Lobos abaixo). Porém ele fez parte de uma banda com o baixista d’Os Lobos, Chiquinho, chamada A CHARANGA que teve uma participação no V FIC com a música “Milhões de anos luz” ( 1970 ). No ano seguinte o Sá compositor passaria para as semifinais do VI FIC com “Tucaberê “ interpretado por Paulinho Machado. Fonte: Luiz Carlos Sá
Toninho Horta, Lena Horta e Yuri Popoff em show beneficiente em BH
December 01, 2007 02:46 AM PST
Toninho, Lena e Yuri além de convidados especiais estarão reunidos dia 7 próximo, sexta feira, para um concerto em prol da construção do Núcleo Social do Centro Ramakrishna Vedanta de BH/MG. Será imperdível a oportunidade, um concerto à preços populares com a renda revertendo para uma obra social. Mesmo que vc não possa ir, adquira seu ingresso!!! A causa é justa e o valor...um ingresso de cinema!
FEIRA DO LAVRADIO na LAPA
November 30, 2007 09:21 AM PST
Shows grátis esse sábado ( dia 1º): às 15 hrs: Songoro Cosongo com ritmos latinos. O fenômeno do último carnaval de Santa Tereza!!! Arrastando, em pleno carnaval, uma multidão ao ritmo de congas, salsas, cúmbias, etc às 16 hrs: Zabatê, a banda de percussão formada só por meninas (13), de todas as idades e formações, resultando num som diferente das tradicionais bandas de percussão! A banda da Paulinha, percussionista que tb participa do DVD do SUCATA DE LUXO. (outros acontecerão, mas esses serão "especiais"!!!) Pra quem nunca ouviu falar a Feira do Lavradio é uma feira de antiquários, moda e decoração, que lança tendências inovadoras. No âmbito cultural, traz a cada sábado, além dos tradicionais grupos de chorinho, novas bandas de todos os ritmos, grupos de mímicos, teatro, etc.
Fotos do Claudio Lara PARABÉNS, GUARABYRA!!!!!!!
November 20, 2007 04:36 PM PST
Parabéns pelos 60 anos completados hoje!!! E parabéns pra todos nós que convivemos com seu imenso talento e simpatia há 43 anos!!!
Mac Jesus
November 09, 2007 06:48 PM PST
Foi lançado recentemente um livro no qual um especialista em comunicação estuda Jesus Cristo sob o ângulo da propaganda e do marketing. O autor, em entrevista na televisão, apresenta as parábolas de Cristo como um grande exemplo de como o Mestre vendia bem seu peixe. Acho realmente que as parábolas eram especiais. Utilizava além disso, segundo o livro, muitos outros truques, ou ‘ferramentas’ como se diz no jargão dos profissionais modernos. Ainda não li o livro, mas não acredito que o autor arrole entre as grandes proezas publicitárias de Jesus o episódio em que, seguido de grande multidão, passa por baixo de uma árvore, olha para cima e divisa o baixinho e até então desconhecido Zaqueu tentando apoiar-se nos galhos da arquibancada improvisada. O rico cobrador de impostos aboletara-se ali apenas porque, devido à baixa estatura, percebeu que seria a única maneira de ver o Messias. Como prêmio, levou-o para jantar em sua casa pra lá de luxuosa, assim como a todos os discípulos. Comeram e beberam do bom e do melhor. Para quem não está vendo com bons olhos o fausto da ocasião, e antes que a oposição gritante comece a censurar a comitiva cristã, é bom lembrar que Jesus sabia a razão de estar ali. Zaqueu, apesar de cobrar impostos e receber excelente quinhão pelo trabalho que o tinha deixado riquíssimo, seguia estritamente os princípios do cristianismo. Tanto que, em dado momento, o Mestre, após interromper o jantar, lamber os lábios e limpar a barba num fino guardanapo de linho, dirigiu-se docemente ao anfitrião... E o convidou para ser um deles! Você recusaria um convite desses, apresentado pessoalmente por Jesus Cristo? Pois Zaqueu recusou. Na saída, tarde da noite, Jesus comentaria ter faltado muito pouco para que o baixinho aceitasse o chamado. Vai ver era supersticioso. Seria o 13º discípulo. O fato, porém é que o cristão milionário olhou à sua volta (não devia ter bebido muito), comparou a paisagem ao redor com o estresse e a fome dos futuros colegas, e elegantemente recusou o convite.
guttemberg guarabyra Rumos Itaú Cultural Música
November 08, 2007 05:37 PM PST
Conheça os artistas selecionados na última edição do programa A sexta edição do programa Rumos Itaú Cultural Música encerra seu processo de seleção. Entre 2.222 inscritos, foram selecionados 50 participantes, entre conjuntos e músicos, na categoria Rumos Mapeamento; e oito na categoria Rumos Homenagem. Com 20 estados brasileiros representados pelos participantes selecionados, o programa reunirá as músicas escolhidas na coletânea de CDs Rumos Itaú Cultural Música, que será lançada no primeiro semestre de 2008. A seleção para as duas categorias foi realizada por uma comissão composta de especialistas, como os jornalistas culturais Israel do Vale e Juarez Fonseca; os músicos e compositores Bado, Chico Correa e Tuzé de Abreu; o membro do grupo Devotos, Cannibal; e a compositora, intérprete e integrante da banda Pato Fu, Fernanda Takai; entre outros. Mais informações no hotsite do programa. Confira os selecionados: Categoria Mapeamento AC
AL
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MG
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Categoria Homenagem BA
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PB
RJ
SP
********** Tanta gente boa , alguns conhecidos, outros nem tanto!!! Alguns vc já ouviu falar ou já passou pela sua cidade! Então abra seus ouvidos e coração para escutar o novo ou o velho repaginado ( ou redescoberto)! DISCOGRAFIA DO ZÉ RODRIX ( c/ links)
November 02, 2007 05:00 AM PDT
Organizada pelo Renato Menezes, vocalista do Malachai e, como eu, admirador dos múltiplos talentos de Zé Rodrix, aí vai a discografia oficial do Zé. ( Como a obra do Zé está sempre em permanente “re-evolução”, ela nunca estará atualizada!)
I Acto - 1973 http://rapidshare.com/files/44668220/I_Acto.rar.html 1 Casca de caracol
Quem Sabe sabe, Quem não Sabe não precisa Saber [1974] http://rapidshare.com/files/44673539/Quem_Sabe__Sabe__1974_.rar.html 1 Quem sabe sabe quem não sabe não precisa saber
Trilha Sonora do Filme MOTEL [1975]
Lado A
Lado B
Soy Latino-Americano [1976] http://rapidshare.com/files/44780506/Soy_Latino_Americano__1976_.rar.html 1 Soy latino americano
Quando Será? [1977]
1 Quando será
Hora Extra [1979] http://rapidshare.com/files/44798211/Hora_Extra__1979_.rar.html 1 Hora extra
Sempre Livre [1979]
1 Melô da abertura
Faixas Raras
A Longa Marcha [EP] 1981
Me deixa Voltar [EP] RCA [1979]
outras faixas:
LADO A 1. Abertura - Companheiros/Bum Bum - Diniz, Rock & Companhia.
LADO B 1. Transas - Companhia
Músicos:
Beatles off topic
October 31, 2007 03:12 AM PDT
Lembra da estória dos Lps tocados ao contrário? Então, agora a onda é comprimir ao máximo os arquivos mp3 e descomprimir depois, que dá nisso:
Steve Mclaughlin comprimiu todos as canções (álbuns editados na INGLATERRA) de Beatles 800% em um MP3 de 1 hora. São esses que compõem o MP3: Please Please Me
Para baixar o MP3:
Carinho
October 29, 2007 03:43 AM PDT
Todas as filosofias, crenças ou religiões concordam que energias atraem energias similares.
Foto: Maurício Gouvêa, em visita à BH, Maria Valéria e Toninho Horta ( alguém por quem vale a pena ser fã...ou “devota”) no Marilton's Bar. Dá um Time, xará!!
October 28, 2007 04:07 PM PDT
Uma canção do Zé Rodrix gravada pelos "The Fevers" : hit das paradas de sucesso populares da época. Nós, adolescentes, a cantávamos com ironia, já que ela também ironizava o comportamento adolescente. Parceria ( será que foi a única? Acho que não...) com o Bambi (Sebastião Ferreira da Silva) outro “hit maker” com sucessos na voz de Altemar Dutra, Moacyr Franco, Ângela Maria, e muitas versões, e descobridor de Sidney Magal e Lady Zu. Assinava as canções com apelidos diversos, masculino e feminino e até esse dúbio-fantasioso-disneyano ! O Elo Perdido : Luiz Carlos Sá e Os Lobos
October 27, 2007 08:10 AM PDT
Grupo de rock formado por Dalto (voz), Ronaldo (guitarra),
Os Lobos
1. Seu Lobo
http://www.4shared.com/file/27566248/45ad1911/os_lobos-miragem-1971.html ********** Para ouvir: Santa Tereza Surf's Up
October 24, 2007 06:10 PM PDT
Enquanto chove lá fora, aí vai um "extreme off topic": Será que a produção de Surf's Up ( Vai dar onda) andou lendo meu post do ano passado , sobre pinguins surfistas????rs O fato é que o argumento é o mesmo: na verdade os pinguins "inventaram" o surf!! Wow!
E se vc não gostar de surf, nunca surfou ( nem de prancha de isopor!), odeia praia, sol , sal e areia...huuuum, sei não...vc está perdendo algo!!!
October 20, 2007 04:34 AM PDT
Para os meus amigos que ainda, como eu, não saíram da década de 70, que ainda não haviam nascido, mas acreditam nos ideais, um evento mais do que especial! Quando recebi o convite pensei “essa é a minha turma”, e a do Tchelo, da Carol, do Renato Menezes, do Sérgio Schueller e do Sérgio Carvalho criador dO NECTAR (NÚCLEO ECOLÓGICO DE CULTURA E TRABALHO ALTERNATIVO RURAL) http://br.geocities.com/nectarsom/
Nectar apresenta: Festa Indiana & Tributo a George Harrison ! É com grande satisfação que estaremos realizando no dia 26 de Outubro - Sexta-feira - este maravilhoso e, imperdível, evento multi-cultural , gastronômico, místico, musical e de confraternização em torno da cultura oriental e do ex-beatle George Harrison. PROGRAMA: Inicio 19h: Exposição de um vasto acervo da obra de George Harrison: Livros, Lps, fotos, pôsteres, reportagens, cds, dvds etc... 19h30: Cerimônia de abertura “Agnihotra”, ritual hindu do fogo para a purificação do karma individual e planetário! 20h: Desfile de trajes indianos. 20:15h: Apresentação de Dança Indiana. 20:30: Mantras & Bhajans com instrumentos orientais. 21h: Exibição no telão de imagens raras no documentário “Hare Krishna Temple” com George Harrison sua musica e ligação com a espiritualidade oriental. 23:00h: Show Tributo/Homenagem a George Harrison acontece com o grupo "Dark Horse Band" - Cleber Beckman: voz, violão e teclado; Ruben Fernandes: voz, violão, guitarra slide; Henrique Bonna: voz e guitarra; Sergio de Carvalho: baixo, sitar e tabla; Marcelo Rodrigues: bateria. A banda irá tocar canções de George Harrison em carreira solo e também de sua ex-banda The Bealtes. Em 29 de Novembro de 2001, deixava este mundo um dois maiores músicos e guitarristas da história: GEORGE HARRISON. Antecipamos esta merecida homenagem a ele, onde os fãs nestes seis anos de saudades, poderão relembrar um pouco da grandiosa vida e obra de um ser humano diferenciado, sensível, quieto, introspectivo, místico, ecologista, talento musical extraordinário e que também, modestamente, gostava de ser conhecido e até mesmo se auto-intitulava como um simples e dedicado “jardineiro”. George nunca se deixou dominar pela fogueira das vaidades reinante no meio artístico, ao contrario, utilizou sua fama, prestigio e recursos financeiros para realizar diversas obras a serviço da humanidade como no antológico e pioneiro evento beneficente “Concerto para Bangladesh”. Venha celebrar conosco no maior astral esta festa tão especial! Namastê! (Sergio Carvalho) Local: NECTAR
Informações:
*********** Para Ouvir Toninho Horta - ACROSS THE UNIVERSE ( Durango Kid) 1993 Composta em 68, a música só saiu no disco de 1969 "NO ONE IS GONNA CHANGE OUR WORLD" para o WWF e logo após, em 70, no LET IT BE ( já um pouco modificada, sem os sons originais de pássaros ao fundo).
A brasileira Lizzie Bravo( que merece um post só seu), entre outras coisas, ex esposa do Zé Rodrix e mãe da sua filha mais velha : a cantora e atriz Marya Bravo ( merece não só 1 mas vários posts especiais e muitas canções para se ouvir!), participou no backing vocal dessa canção, em 68, nos estúdios de Abbey Road!
Across The Universe
Words are flowing out like endless rain into a paper cup,
Jai guru deva. Om.
Nothing's gonna change my world,
Images of broken light which dance before me like a millioneyes,
Jai guru deva. Om.
Nothing's gonna change my world,
Sounds of laughter, shades of love are ringing through my openedears
Jai guru deva. Om.
Nothing's gonna change my world,
Jai guru deva.
-------------------------------------------------------------- Across The Universe (Tradução)
Palavras flutuam como uma chuva sem fim dentro de um copo de
Jai guru deva. Om. Nada vai mudar meu mundo
Imagens de luzes quebradas que dançam na minha frente como
Jai guru deva. Om. Nada vai mudar meu mundo
Sons de risos, sombras de amor estão tocando meus ouvidos
Jai guru deva. Om. Nada vai mudar meu mundo
Jai guru deva
( Letras colaboração da Maria Valéria Bethonico) A MÚSICA DE SÃO PAULO (UMA MEMÓRIA PESSOAL) 5
October 19, 2007 04:05 PM PDT
Meu primeiro show solo foi no Teatro 13 de Maio, ali na Rua do mesmo nome, onde hoje é o Café Piu-Piu. Era um show metido a fantástico, com efeitos de magia e prestidigitação, e uma banda deliciosa denominada AGÊNCIA DE MÁGICOS, com a qual gravei meu segundo disco solo. Nesse teatro já estavam ensaiando os Dzi Croquettes, a genial invenção de Wagner Mello e Lennie Dale, que lançou em nossa terra as bases do que depois desembocaria nos Secos e Molhados: a androginia como ferramenta da arte. O Teatro 13 de Maio nunca mais foi o mesmo, depois do sucesso dos Dzi Croquettes, mais de um ano em cartaz, com casas cheíssimas. Os Secos e Molhados, ainda sem Neyzinho, eu conheci numa casa muito louca chamada Kurtiço Negro, nos baixos da Rua Santo Antonio, da qual, ninguém se lembra, e eu só tenho certeza de que existiu porque tenho fitas raríssimas de shows dessa casa, com Secos, Luli (mais tarde da dupla Luli & Lucina) e o Alfa Centauri, do Edu. Se não fossem esses registros, eu certamente duvidaria de minha sanidade mental. Tempos loucos, muito loucos: Moracy Do Val esteve em minha casa, e eu lhe mostrei o LP de uma banda americana chamada Grand Funk Railroad, que despontara para o sucesso subitamente, vindo de um anonimato absoluto, com o expediente de aplicar 1.000.000 de dólares na compra de seu próprio disco, chegando ao primeiro lugar na lista dos mais vendidos, e dai em diante vendendo pelo menos mais cinco milhões de dólares, tornando-se sucesso instantâneo. Moracy Do Val fez o mesmo com os Secos e Molhados, aplicando uma grana sentida nos discos do próprio grupo, dando o start necessário ao que foi o maior fenômeno do disco de que o Brasil já teve notícia. Mas o destino tanto dá quanto cobra: nesse mesmo apartamento conheci dois amigos americanos de Lennie Dale, que ficaram fascinados com a idéia de uma banda de rock que só aparecia maquiada, e cujos rostos limpos ninguém jamais conhecia. Chamavam-se Gene e Paul, e não foi sem surpresa que algum tempo depois surgiu uma banda americana chamada KISS, ambos filhos das New York Dolls, que certamente eram a inspiração visual dos Dzi Croquettes. Negócios, necessidades, mais uma mudança para o Rio de Janeiro, de onde só retornei, dessa vez em definitivo, em 1983, para a montagem do musical BANDAGE! meu e de Miguel Paiva, no Teatro Cultura Artística. Mas minha vida já se prenunciava paulistana, desde o dia em que na Via Dutra, chegando ao Rio de Janeiro, cruzei com o carro do Joelho de Porco. Trocamos telefones ainda em movimento, e mais tarde, quando cheguei ao Rio, me ligaram perguntando como eu poderia ajuda-los a destrinchar as necessidades documentais para que o show se realizasse. Coloquei imediatamente o meu secretario Tim à disposição, o show aconteceu, Tico Terpins ficou imensamente agradecido, pondo sua casa à minha disposição sempre que eu estivesse em são Paulo. E aí começa a minha permanência cada vez mais constante em São Paulo, até a mudança definitiva para essas plagas. O Rio de Janeiro começava a dar sinais de deterioração, pelo menos em matéria de música e gravadoras. A Odeon ia sair do prédio onde fizera toda a sua vida, onde o melhor que o Brasil produzira em matéria de música havia sido gravado, e as paredes daquele espaço no Edifício São Borja, ali na Rio Branco, em cima do famoso Paisano, estavam impregnadas pela arte de tantos que nos antecederam. Temi pelos resultados, e meus temores se concretizaram: os estúdios novos eram frios, gelados, sem nenhuma vibração artística. Alem disso, a onda mais uma vez havia se direcionado para São Paulo, e a tal ponto que eu, mesmo morando em minha casa no Rio, trabalhava e estava baseado em São Paulo. A amizade com o Tico começou a ser cada vez mais intensa. Na casa que foi de seus pais, ali em frente à porta dos fundos da TV Tupi, vivemos momentos de prazer musical- gastronômico-sexual inesquecíveis, como apenas São Paulo podia nos propiciar. O Joelho de Porco estava em seus estertores, e o Tico resolveu acabar com ele de chofre, ficando em casa curtindo. Curtíamos todos, pois: era divertido demais. Minha carreira pessoal estava em franco declíni problemas pessoais e profissionais se avolumavam, minha fenomenal arrogância dando dezenas de sinais de que não era suficiente para manter-me vivo, e em contato com tanta coisa interessante que acontecia no panorama musical de São Paulo comecei a me perceber insatisfeito, inadequado, incontrolável, a ponto de explodir, e eu sempre explodia. Mudei de gravadora, por incompatibilidade de gênios com os gênios da EMI, fui para a RCA, que era sensivelmente pior do que a anterior comecei a tropeçar em meus próprios pés, e a única coisa que ainda me dava alguma satisfação era gravar coisas interessantes no porta-studio do Tico, com o qual se iniciou o que seria a nossa vida em comum durante os vinte anos seguintes. São Paulo havia se tornado meu refúgio, a casa do Tico meu porto seguro, os novos amigos a minha referência em matéria de arte. Zé Rodrix A MÚSICA DE SÃO PAULO (UMA MEMÓRIA PESSOAL) 4
October 19, 2007 04:03 PM PDT
O fato de todos termos sido tradicionalistas em 67 e tropicalistas em 68 mostrava nosso paulistaníssimo pragmatismo, mas também nossa esquizofrenia invertida, pois começáramos como bombeiros e nos transformáramos em incendiários, sem que isso desse qualquer resultado. No Festival da Record de 68 conheci uma dupla de compositores cariocas interessantíssimos, Rô e Carlinhos, que haviam sido classificados com sua FESTA É FESTA no balaião, mas que, como eu mesmo com a minha A CHARRETE, não foram reconvocados para a finalíssima. Sem problemas: o Hotel Danúbio estava tão cheio que ninguém se preocupava mais em saber quem estava hospedado e quem não estava, e o trânsito nos corredores durante a madrugada era maior que o trânsito entre as boates de prostituição da Major Sertório e os hoteizinhos baratos que delas se serviam como fornecedoras de matéria-prima. Juntos fomos ser hippies em Porto Alegre, não me perguntem porque exatamente em Porto Alegre, e em 69 eu e Rô voltamos a São Paulo, ficando definitivamente hospedados durante meses na biblioteca da casa de Márcia Pedroso Horta, uma figuraça que tinha sido casada com o Carlos Thyré, pai de sua filha Bárbara, e que agora estava morando com Flavio Porto, irmão de Sergio Porto, o famoso Fifuca. Com ela penetramos os desvãos da iniciante TV Cultura, onde fizemos alguns programas esperando uma efetivação, que nunca veio.
FELIZ ANIVERSÁRIO, LUIZ CARLOS SÁ!!!
October 15, 2007 05:51 PM PDT
Muitas felicidades em todos os seus projetos e nós estaremos sempre ,olhos abertos, ouvidos atentos, prontíssimos para te acompanhar! Msgs de parabéns para http://luizcarlossa.blogspot.com O SOL em DVD - Lançamento Nacional
October 09, 2007 05:09 PM PDT
Agora em DVD ( pra quem não viu nos cinemas ou pra quem viu e quer rever e/ou guardar) o filme " O SOL, caminhando contra o vento".
Quem mora no Rio de Janeiro, apareça na livraria da Travessa, no Shopping Leblon, no próximo dia 17 de outubro, quarta, 19 horas, para o lançamento oficial. E divulguem o DVD. Qualquer dúvida, entrem em contato com a Distribuidora Videofilmes no e-mail: atendimento@videofilmes.com.br PS: Só pra lembrar: O Luiz Carlos Sá foi uma dos jornalistas colaboradores d'O Sol! CHE GUEVARA - A Manifestação
October 01, 2007 06:21 PM PDT
Abrimos um post excepcional para manifestar nosso indignação e ajudar a divulgar a(s) manifestação( ões) contra a tentativa de manipular a História! Repassando a msg: Abaixo à Manipulação
Já conhecida por seu conservadorismo golpista, a revista Veja se empenha em manipular fatos, propagar mentiras e enganar o povo brasileiro. Sua edição dessa semana passou dos limites e elegeu como inimigo Che Guevara, ícone da juventude e de todos aqueles que sonham com a transformação social e a libertação da América Latina do julgo imperialista. Na matéria sobre o líder guerrilheiro a revista veja tenta desqualificar o guerrilheiro o chamando de ""el chancho", o porco", e fala sobre uma "maníaca necessidade de matar pessoas". Já é sabido que essa revista da Editora Abril não se importa em baixar o nível do jornalismo para defender suas opiniões ideológicas, porém nessa matéria ela ultrapassa qualquer limite para desqualificar a imagem daquele que lutou contra as injustiças e contra a supremacia do capital. (ver matéria completa no site da Veja http://veja.abril.com.br/031007/p_082.shtml )
A Juventude vai queimar Vejas e mostrar sua indignação
Ato Contra a Revista Veja
Concentração na sede da UJS – Rua 13 de maio, 1016 – Bela Vista
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Para escutar: "Hasta Siempre, Comandante Che!!" c/ o grupo de punk rock espanhol Boikot NA ESTRADA - Luiz Carlos Sá
September 27, 2007 08:30 PM PDT
UMA BANDA NA ESTRADA
Uma banda na estrada pode resultar em qualquer coisa entre a maravilha total e o caos completo. Por isso, ao formar uma banda pra sair viajando com ela, é preciso prever com a maior exatidão possível a química certa que vai fazê-la funcionar com coerência e coesão, pois pense só: durante uma boa parte do ano essa equipe terá que estar sempre junta, dos primeiros e tensos ensaios às longas horas de viagem nos shows. Fora o fato de terem que dormir no mesmo quarto de outros que às vezes mal conhecem, numa intimidade forçada que nem sempre dá bons resultados... Alguns artistas não gostam de se envolver com seus músicos e técnicos. Alegam, com razão, que sendo quase sempre inevitável a troca mais ou menos freqüente de pessoal, esse tipo de envolvimento extra-profissional não seria saudável. Sem falar no encargo adicional de gerenciar relações alheias, pois quando um músico ou técnico é seu amigo além de empregado, a queixa sempre chega a você, gerando às vezes tensão suficiente para desequilibrar seu desempenho na linha de frente do espetáculo. Com todo o respeito que eu possa ter por esse ponto de vista, jamais consegui manter essa distância. Sempre quis – assim como meus parceiros Rodrix e Guarabyra - escolher pessoalmente cada um dos nossos companheiros de viagem levando em conta não só sua eficiência profissional como também sua identidade com o nosso modo de pensar, viver e – claro – tocar, deixando um pouco de lado o verdadeiro airbag que a produção e o empresário criam entre artistas de frente e suas equipes. É evidente que essa “democracia musical” traz vantagens e problemas. Mas olhando pra trás e vendo quantos amigos preciosos nos ficaram desses trinta e cinco anos de estrada, acho que fizemos a coisa certa. Nas heróicas décadas de 70 e 80, quando as passagens de avião tinham um peso muitas vezes proibitivo no orçamento das produções de show, as turnês eram na grande maioria organizadas por roteiros rodoviários. Fretava-se um ônibus de luxo – como foram benvindos os de dois andares! - e... pé na estrada! Não era raro uma turnê durar quase um mês e, no nosso caso, não era raro também que levássemos conosco no ônibus mulheres e filhos. Numa dessas quase enlouquecemos a produção com seis crianças. Aliás, quase enlouquecemos a nós mesmos... Mas era aí que a “democracia musical” funcionava. Limitados ao espaço do ônibus por horas de estrada, jogávamos baralho, tocávamos, cantávamos, compúnhamos, resolvíamos arranjos novos, roteiros de show, iluminação, disco novo, tudo lá dentro. A ligação entre a equipe saía sempre fortalecida por essas longas viagens, já que tomávamos sempre o cuidado de evitar incluir entre os nossos companheiros aqueles famosos “elementos desagregadores” que você já sacava logo nos primeiros quinze minutos de conversa. Os “quero isso, quero aquilo, só faço assim, só faço assado” não nos serviam, e ainda não nos servem. As estradas são longas e o trampo é puxado. Quem não ama o que faz e sai impondo condições de cara sem sequer saber o que vem pela frente não tende a integrar grupo nenhum. Claro que, como em toda democracia, essa também tem seu dono, ou donos. Somos os donos do nosso nariz musical e disso não abrimos mão. Mesmo entre nós três fica muitas vezes difícil chegar a um acordo que satisfaça integralmente a cada um. E aí, alguém tem que ceder. Quando vejo a quantidade de grupos que se desfazem ao primeiro sinal de sucesso por ciumeira ou imaturidade, fico pensando no quanto é difícil o equilíbrio entre egos criadores de todo gênero, porque sabemos também que a inapetência pelo poder pode prejudicar tanto quanto o apetite exagerado. A possibilidade que a equipe vê de entender-se em alguns casos diretamente com o artista de frente sem passar pelo filtro produção/empresário me parece fazer com que a coisa flua melhor no lado musical. Mas é verdade também que você pode ser forçado a resolver alguns problemas inusitados... Por exemplo: estava eu calmamente sentado na minha cadeira cativa (andar de cima, lado esquerdo, no meio do buzum) há uns bons dez anos atrás – hoje em dia essas turnês de ônibus são tão raras quanto as de avião eram, e vice-versa... - quando veio um músico sentar-se ao meu lado. Depois de alguns minutos de absoluta mudez, percebi que ele estava engasgado com alguma coisa e puxei conversa: - E aí, Fulano? Tudo certo? Só então, quando olhei de frente pra ele, percebi que a coisa devia ser grave. Ele estava tenso, uma veia saltando no meio da testa como se fosse explodir. - Não. Nada certo. Fechei definitivamente o livro. - O que rola? - É o Beltrano. - Que é que tem o Beltrano? - Ele está namorando a Sicrana. Sicrana era a ex-namorada, de anos, do Fulano. Fulano ficara arrasado com o final do namoro e até fizera umas músicas bem bonitas por isso. Pra ser honesto, eu estava até querendo por letra numa... - Bom, amigo, é a vida não é não? Cheguei mais pro lado dele e falei baixo: - Você acha que isso já vinha acontecendo enquanto vocês ainda... Ele quase pulou da poltrona: - Não! De jeito nenhum! Tenho certeza que nem ele nem ela fariam isso comigo! - Então não teve traição na jogada. Do que é que você está se queixando? Ele se debruçou sobre mim, sussurrando, aflito: - Ele acorda de madrugada, acha que eu estou dormindo, pega o telefone, vai pra um canto do quarto e fica falando com ela. Mas eu sempre acordo e escuto tudo! Tudo! Suspira e volta a recostar-se em sua poltrona: - Mas o pior mesmo é que quando o telefone tem fio comprido ele se tranca no banheiro e eu não escuto nada. E levantando de novo, já quase de pé: - Pior que escutar tudo, só mesmo escutar nada! Só então me toquei de que Fulano e Beltrano dividiam o mesmo quarto. Cruel. Fiz sinal para que ele se acalmasse e sentasse: - Escuta, meu bom: você está querendo largar a banda por isso? - Claro que não! - Tá. Então eu vou bater um papo com a produção e a gente vai resolver o problema. A produção remanejou os quartos. Fulano ficou com iluminador e o técnico de som passou a dividir o quarto com Beltrano. Depois de um tempo sem ser torturado pelo namoro telefônico de Beltrano com sua ex, Fulano voltou a se relacionar normalmente com ele, principalmente depois que uma baianinha virou a volátil cabeça de Beltrano e Sicrana virou ex de ambos... Sempre o equilíbrio. Excesso de espírito de equipe também pode atrapalhar o desempenho da equipe. Durante a primeira turnê de um disco novo comecei a perceber que um determinado trecho de um solo do guitarrista sumia do meu monitor e eu ouvia o solo lá longe, como se ele abaixasse o volume. Na quinta ou sexta vez que isso aconteceu, fui falar com ele, que me disse não ter percebido isso: no seu monitor soava tudo normal. Fui então conversar com o operador do monitor de palco: - Cara, toda vez que tem aquele solo de guitarra na segunda música, tem um trecho que some do meu monitor. O que é que está acontecendo? - Será? - Tenho absoluta certeza que tem alguma coisa estranha aí. Porque sempre no mesmo trecho? São quatro compassos, quatro exatos compassos sem guitarra no monitor. O Técnico ficou vermelho, titubeou, gaguejou... Eu insisti e ele afinal abriu o jogo: - Sá, a culpa é minha... Quer dizer, não é bem minha... - Fala aí, cara! Desembucha! - É que ele erra ali! – desabafou. - Erra?! - É! Eu também sou guitarrista e sei que ele erra ali. Ele não entendeu a harmonia. Fez um gesto largo de desânimo: - Eu já falei com ele, mas é sempre a mesma resposta: ”Nada, o solo é esse mesmo, tá ótimo”. Aí fiquei cabreiro achando que vocês iam perceber, ele ia discutir com vocês... Eu sei que ele precisa dessa gig. E eu sou amigo do cara, foi ele que me trouxe pra cá. Acalmei-o e disse pra deixar comigo. Às vezes mesmo os melhores profissionais têm um bloqueio diante de certas situações. Pra resolver essas coisas só voltando ao princípio. Na passagem de som do dia seguinte, sentei com o guitarrista e passei a harmonia nota a nota. O erro era mínimo, mas realmente jogava o solo pra outro lado. Dali em diante ficou tudo certo. Assim, de problema em problema e solução em solução, fui aprendendo a lidar com as delicadas situações que podem surgir entre pessoas que têm por obrigação conviver juntas em espaços limitados. Espaços que - por ironia - podem estar no fio comprido e infinito da estrada.
A MÚSICA DE SÃO PAULO (UMA MEMÓRIA PESSOAL) 3 ( Zé Rodrix)
September 23, 2007 11:07 AM PDT
Contratados por Marcos Lázaro, que na verdade era o fornecedor de atrações artísticas da TV Record, passamos a freqüentar São Paulo cada vez mais amiúde. Devo dizer que detestava a cidade: o ar cansado das construções, os raríssimos dias de sol, os quartos de hotel, os estúdios de TV, os restaurantes, bares e boates que freqüentávamos não eram suficientes para mostrar a alma da cidade, ao mostrar só uma parte dela. Chegou um dia em que a pizza do ZiTeresa, ao lado do Teatro Record, não descia mais: o Patachou ainda era a melhor opção, depois dos programas, e eu me acostumei a pedir o Filé a Torquato Neto, inventado pelo próprio: Filé alto, arroz com passas e champignons, batatas portuguesas e compotas quentes, uma mistura de doces de goiaba, morango, abacaxi, que adicionados ao prato deixavam-no inacreditavelmente exótico e saboroso. Os ânimos ferviam, e eu assisti à briga de Caetano e Vandré quando Caetano, acompanhado de Gal, mostrou-lhe a música que havia feito para que ela gravasse, uma delicadeza em 3/4 chamada BABY. Quando Vandré ouviu a frase “você precisa saber da piscina, da margarina, da gasolina”, bateu a mão na mesa, interrompendo a canção e gritando: - Mas isto é uma merda! Caetano já não gostava de não ser adorado por todos: quase voou no cangote de Vandré, que se escafedeu rapidinho.
September 21, 2007 07:00 AM PDT
Na vespéra do dia do Perdão ganhei um presente: uma regravação do Erasmo, de música do Taiguara, de 71: "Dois Animais na Selva Suja da Rua" (aqui como "Dois Animais na Selva da Rua"), na versão da Banda de Belém do Pará, MALACHAI, de Rock Psicodélico. O nome hebraico e profético (signifca "aquele que traz a mensagem"), as influências surreais, psicodélicas e bucólicas podem até enganar a primeira vista como uma pseudo-nostalgia. Mas a proposta artística desta banda está longe de viver no passado. A atemporariedade das letras e as situações vividas pelos protagonistas das canções contemplam um mundo livre, mágico e misterioso, que sutilmente transcede tempo e espaço. Dizem os antigos: O contato com o Malachai é uma experiência inesquecível.
Mais sobre Malachai:
Zé Rodrix no Rio II
September 17, 2007 12:20 PM PDT
Pra quem não pôde ir ao Riocentro ontem, hoje haverá uma segunda oportunidade de trocar idéias com o genial Zé Rodrix na Livraria ARGUMENTO do Leblon a partir das 19:00 hs, r.Dias Ferreira, 417 (Telefone 2239 5294). Então tá, Vamos Falar de Música: Folks, hippies & caipiras
September 11, 2007 07:10 AM PDT
Quem disse que não tem nada que preste na MeTeVê ( como dizia o Lulu e o Caetano)? Puro preconceito! Vai daí, zappeando encontrei os meninos lado a lado com o Vanguart e o SuperCordas! Vale a pena correr atrás da reprise pq eles não guardam arquivos!
Novo Livro do Zé Rodrix: ESQUIN DE FLOYRAC
September 11, 2007 06:53 AM PDT
A VERDADE FINALMENTE REVELADA!!! Amigos, estarei lançando o terceiro volume da TRILOGIA DO TEMPLO( ESQUIN DE FLOYRAC: O FIM DO TEMPLO ) em tres datas especificas: - 16 de Setembro, às 14:00, no cafe Literario da BIENAL DO LIVRO-RJ, e logo a seguir teremos tarde de autografos no estando da Ed. Record. - 17 de Setembro, segunda feira, lançamento no RJ, a partir das 19:00, na Livraria Argumento do Leblon ( Dias ferreira, 417 - Telefone 2239 5294) - 19 de Setembro, das 18:30 às 21:30, lancamento em Sao Paulo, na Livraria da Vila ( rua Fradqiue Coutinho, 915 - telefone 3814 5811) Ficarei extremamente feliz em estar com todos os meus amigos: sendo três as oportunidades, certamente em pelo menos uma delas vocs podem ir me ver, me abraçar e dividir esta alegria comigo! beijos a todos! Z.RODRIX TAVITO & ZÉ RODRIX no programa SARAU, da Globonews com o Chico Pinheiro
September 03, 2007 07:28 PM PDT
Essa é urgentíssima , mas ainda dá tempo de ver: o programa será reprisado em vários dias e horários e semana que vem estará disponível no site do programa.
Ter 10:30, 16:30
Segundo o Alan, "no programa, de meia hora, eles contam histórias de suas vidas e interpretam seus clássicos (Mestre Jonas, Rua Ramalhete, etc) , além de jingles e até uma inédita do Tavito. Como bônus um videoclipe raríssimo da Elis cantando Casa no Campo." É ou não é imperdível??? ************* Pra ouvir, atendendo á pedidos: GERAÇÕES - Zé Rodrix ZÉ RODRIX NO RIO DE JANEIRO (Bienal)
September 03, 2007 08:37 AM PDT
Músico, compositor, arranjador, publicitário, professor e jornalista Zé Rodrix lança seu livro "ESQUIN DE FLOYRAC: o fim dos Templos", terceiro e último livro da sua trilogia. Será dia 16 de setembro ( domingo) às 15 hrs, no estande da RECORD (321/344) na Bienal ( Riocentro).
Show em Barueri/SP e novidades para o fim de semana C/ S,R&G
August 25, 2007 08:07 AM PDT
Hoje, às 22 hrs, show em Barueri: Final do FEMUPO ( Festival da Canção) com show do Sá, Rodrix & Guarabyra e banda! Grátis!!! E para quem está longe de SP, enquanto o show não vem até vc, os filminhos do show passado já estão no ar ( obra da sempre querida Marlene ): ROQUE SANTEIRO - 21H18
VIAJANTE - 21H24
1ª CANÇÃO DA ESTRADA - 21h28
AQUI SE FAZ, AQUI SE PAGA - 21h34
Sá Solo: - NOVA MÚSICA : AMAR DIREITO - 21h39
Sá Solo: ATRÁS DA LUMINOSIDADE - 21h42
Guarabyra Solo: A LONGA NOITE - 21h56
ME FAÇA UM FAVOR - 22h12
MOTHER NATURE'S SON - 22h24
SOBRADINHO - 22h40
PÁSSARO - 22:27
DIVIRTAM-SE!! A MÚSICA DE SÃO PAULO (UMA MEMÓRIA PESSOAL) 2
August 21, 2007 11:18 AM PDT
Não posso dizer que sim nem que não, mas de alguma maneira essa experiência de quatro dias em são Paulo deve ter marcado a minha vida, porque da próxima vez que voltei a São Paulo, cinco anos depois, já era semiprofissional de música, cantando em um grupo vocal chamado Momento Quatro, mais um dos inúmeros quartetos vocais que o MPB4 tinha deflagrado em todo o país. A primeira vez que entrei no Teatro Record, na rua da Consolação, quase rolei as escadas: era O Fino da Bossa, se não me engano, e a viagem de trem até São Paulo revelara a presença de muitos famosos, que insistiam em tomar o “avião dos covardes”, como era conhecido entre eles: lá estavam Vinicius de Moraes, Aracy de Almeida, Cyro Monteiro, e eu comi o mesmo filé-a-cavalo que eles haviam pedido, queimando nas papilas gustativas da minha memória o seu sabor inacreditável jamais reencontrado. No Teatro Record cruzei com gente que até então era apenas um retrato nas revistas, uma voz nos discos, uma imagem nas TVs, e à noite, saindo do programa, fomos levados a um restaurante chamado Patachou, num segundo andar de um prédio na inacreditável Rua Augusta, onde essas mesmas pessoas estavam bem diferentes, naturais, sem as roupas chiques com que tinham feito o programa, rindo, conversando, cantando, numa intimidade invejável.
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Na foto Zé Rodrix ( show no SESC Sto. André , dia 18/08/2007 ) CAMBADA MINEIRA
August 20, 2007 10:19 AM PDT
Não dá pra resumir o Cambada, seria uma falha colocar em poucas palavras o trabalho lindo que fazem. Portanto aí vai uma matéria, já antiga, mas que traduz muito bem o que é o Cambada Mineira: Pelas Entranhas de Minas A palavra cambada aqui não tem nada do tom pejorativo presente nos dicionários. Cambada, neste caso, é sinônimo de agrupamento de talento, sensibilidade e música. É encontro de amigos. Três: Amarildo Silva, João Francisco e Rodrigo Santiago. Esta cambada é diferente de qualquer outra. Ela traz a grandiosidade e a beleza de Minas Gerais – aquela cantada há e por tantos – em suas entranhas. Esta tem nome e sobrenome. Chama-se Cambada Mineira. "Uma mistura de quintal e metrópole, regional e urbano, o puro som das Gerais com um jeitinho carioca", confirma o grupo. Amarildo, João Francisco e Rodrigo, três mineiros (Rodrigo nasceu no Rio e foi criado em Minas) que moram na capital carioca, já foram celebrados por gente que não erra quando o assunto é música. Fernando Brant escreveu: "A Cambada Mineira desvenda para o País, e essa é sua profissão de fé, a alma musical de Minas." Túlio Mourão destaca a mistura de talento e emoção. "Longe das montanhas gerais, mineiros se conhecem, se juntam e se ajudam no desafio de fazer soar suas crenças, seus acordes, seus corações. Cambada Mineira é o nome desse grupo de músicos." O Cambada Mineira – que já dividiu o palco com Toninho Horta e Túlio Mourão e abriu shows de Beto Guedes, Flávio Venturini e Lô Borges – está preparando o lançamento de seu terceiro CD, "Cambada Mineira ao Vivo", gravado em junho passado no Teatro Nelson Rodrigues, misturando músicas inéditas, a maioria do repertório, com algumas já gravadas. Para apresentar este novo trabalho, o trio faz show no Teatro Rival, no Rio de Janeiro, no dia 23 de outubro. Também estarão no programa canções dos discos anteriores – Cambada Mineira 1 e 2 (gravadora Outros Brasis) –, além de composições de Milton Nascimento e Fernando Brant (Roupa nova, Cavaleiros do céu e Caxangá), Nelson Angelo (Canoa canoa e Fazenda), Flávio Venturini e Márcio Borges (Linda juventude), Jackson do Pandeiro (O canto da ema), Samuel Rosa e Nando Reis (Resposta) e outros compositores. Entre os destaques do repertório dos discos anteriores estão Foi assim (João Francisco e Amarildo Silva), uma das mais bonitas do "Cambada Mineira 1", Um jeito carioca (João Francisco), Mãe das pratas , uma linda homenagem feita por Rodrigo Santiago e Lúcio Brandão para Minas, e a inédita Cambada, composta por João Francisco em parceria com Márcio Borges. O espetáculo também terá a participação da cantora e pianista Flávia Ventura. Amarildo Silva tem mais de 15 anos de carreira e dois CDs solo, "Rios Afluentes" e "Estação", lançados em 1995 e 1997. É mineiro de Raul Soares, região da Zona da Mata. João Francisco nasceu na divisa de Minas, Rio e Espírito Santo. Durante quatro anos excursionou com a Banda Geraes, apresentando o show "Geraes Canta Minas". Lançou, em 1997, o CD "Estórias de Mato e Cidade", com composições próprias. O artista, aliás, responde por duas das mais interessantes músicas do segundo CD da Cambada Mineira, O sapo e Revolução dos bichos. Influenciado por Eddie Van Hallen, Steve Vai e Joe Satriani, Rodrigo Santiago, carioca criado na mineira Barroso, passou a se interessar pela música das Gerais por meio do trabalho de Beto Guedes, um ídolo. Rodrigo fez parte do Trio Hora H, composto por ex-integrantes dos Secos e Molhados. Os três juntaram-se para cantar as tradições, a cultura e os costumes das gentes das montanhas, disse Fernando Brant. O resultado não poderia ser melhor e merece ser prestigiado. Afinal, como já registrou o poeta Jorge Fernando dos Santos, "todo mineiro tem um trem de ferro apitando nas veias, uma montanha brilhando nos olhos e uma banda tocando nos ouvidos".
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***************** NA FOTO: CAMBADA MINEIRA & TONINHO HORTA
. Show SR&G em Santo André ( dia 18/08)
August 19, 2007 12:31 PM PDT
O show de Santo André repetiu o sucesso dos shows anteriores, casa cheia, todo mundo cantando animado, os meninos inspirados, set list nova , até um “estreante” nos shows do papai ( o caçula do Sá, com 11 meses) enfim...um sucesso para todos!!! Agora vamos para Barueri, que deve reunir ainda mais gente, na final do Festival da Canção de Barueri! Foto de Marlene Alves Mais fotos em http://www.flickr.com/photos/marlenefotos Pra ouvir: "O Bando na Dança" Novo show de TAVITO & ZÉ RODRIX: **ASpirações**
August 19, 2007 12:11 PM PDT
DIA 29 DE AGOSTO
Tavito & Zé Rodrix no Show "ASpirações" Show de abertura: Max Gonzaga Participação especial: Claudia Gomes Nando Lee - guitarra
Avenida Club - Av. Pedroso de Moraes, 1036 - Pinheiros - S.Paulo
August 17, 2007 11:18 AM PDT
Só posso falar do que vi e ouvi: o contrário disso seria impor a quem me lê uma idéia falsa do que pretendo dizer. Meninos, eu vi, mas apenas o que vi, e não falo do que não vi nem relato o que não experimentei. Se existe alguma verdade sobre a música de São Paulo, esta verdade só pode ser a sua escandalosa diversidade, tão imensa que seria impossível tentar abarcá-la, e por isso devo narrar exclusivamente os acontecimentos e as experiências musicais que assisti com meus próprios olhos, das quais participei como artista ou platéia, dando noticias de seus resultados. Aquilo que essas experiências causaram em meu caminho por esta Paulicéia desvairada, desvirada e devorada, foi-se insinuando vagarosamente em meu coração a ela avesso, tomando-o permanentemente quando eu menos esperava e tornando-se parte de mim mais do que qualquer outro lugar desse mundo.
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AMANHÃ EM LORENA!!!!
August 14, 2007 06:49 PM PDT
Amanhã, quarta, dia 15, show do Trio, na Praça Baronesa Santa Eulália - Centro , às 21 hrs .
LINK NOVO para o CD "10 ANOS JUNTOS"
August 14, 2007 06:43 PM PDT
Aí vai o link novo do 10 anos juntos: http://rs132.rapidshare.com/files/36970035/Sa_Guarabyra_10_anos.zip Já devidamente substituído no post original *************
O Ônibus dos Sonhos - Sá & Guarabyra ( inédita )
August 13, 2007 12:11 PM PDT
Essa é a nova canção que nos foi apresentada no show de Porto Alegre ( aqui filmada pelo Emílio Pacheco)!!
PS: Obrigada, Emilio!!! A Longa Noite
August 10, 2007 11:48 AM PDT
Algumas músicas são tão insuportavelmente lindas !!! A LONGA NOITE é uma dessas canções! Ouvi, pela primeira vez ao vivo, no último show , em Porto Alegre, e senti um momento mágico: aqueles momentos em que vc pode até morrer, que nada importa! A Longa Noite
Você pra mim existe antes dos dias
E quando, enfim, o mundo fez seu mundo
E, assim, faça-se a luz
E, assim, faça-se a luz
SOY LATINO AMERICANO...
August 05, 2007 04:32 PM PDT
O Airbus da TACA inclinou-se à esquerda. E mais, e mais... Parecia que ia estolar! Os passageiros do lado direito só viam o céu brilhante do verão andino, mas nós, do lado esquerdo, tínhamos à disposição o inesquecível cenário do vale do Urubamba, rasgado entre duas muralhas nevadas: verde e branco, verde e branco... Senti-me um pouco tonto e segurei a mão de minha mulher, lembrando o refrão de Belchior: “foi por medo de avião...”. Mas como não era a primeira vez, apenas sorri para ela. Estávamos realizando um sonho, e o sonho estava lá embaixo escondido em algum lugar. O avião finalmente nivelou e a comissária anunciou – como se a gente ainda não houvesse percebido... - a aproximação para a descida no Aeroporto Internacional de Cuzco, se é que se pode chamar “descer” o pouso de um avião numa pista a 3500 metros de altitude...
********************************* Reproduzido do Blog do Sá Discografia SRG - complementação
August 04, 2007 10:44 AM PDT
O Luiz reclamou então aí vai a complementação da discografia do Trio, com o disco de 93 que na verdade é de 94: Sá & Guarabyra http://www.4shared.com/file/20371486/b964cb32/S__Guarabyra-1994.html Lembrando que a agenda de shows para agosto está atualizadíssima, na lateral direita do blog!!! Desde Uruguay
July 25, 2007 06:31 PM PDT
Aproveitei a ida ao Festival de Inverno para dar uma esticadinha arrevesada no Uruguay e Argentina, muito rapida mesmo. Agora mesmo estou em um cyber paleontologico, no centro de Montevideo. Um frio de 4 graus lah fora e minha alma aquecida com los recuerdos del show e a possibilidade de ver Fito em Porto Alegre em alguns dias! Show esse que me rendeu fatos curiosos, como uma resposta oficial do secretario de cultura municipal às minhas reclamacoes, e a quem acabei por conhecer na noite do mesmo dia no show do Trio!
FESTIVAL DE INVERNO DE PORTO ALEGRE - Show "Nós lá em Casa"
July 24, 2007 07:38 AM PDT
Mesmo show???Não!! Renovados: humor, ânimo, set list, canções novas, arranjos ( e andamento) originais para canções antigas( o que agradou muitíssimo à audiência)!
Discografia Completa de Sá, Rodrix & Guarabyra
July 14, 2007 01:58 PM PDT
1972 - Sá, Rodrix e Guarabyra – Passado, Presente & Futuro
1973 – Sá, Rodrix e Guarabyra – Terra
1973 – Sá e Guarabyra – Nunca (com “O Terço”)
1975 – Sá e Guarabyra – Cadernos de Viagem
1979 – Sá e Guarabyra – Quatro
1983 – Sá e Guarabyra – Dez anos juntos
1984 – Sá e Guarabyra – Paraíso Agora
1985 – Sá e Guarabyra – Harmonia
1987 – Sá e Guarabyra – Cartas, Canções e Palavras
1990 – Sá e Guarabyra – Vamos Por Aí
1997 – Sá e Guarabyra – Rio-Bahia
1999 – Sá e Guarabyra – Orquestra Sinfonia de Americana ao Vivo
2001 – Sá, Rodrix e Guarabyra – Outra Vez na Estrada
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Show SRG no SESC VILA MARIANA
July 10, 2007 02:32 PM PDT
Como a música não pára , ontem aconteceu o famoso show de Sá , Rodrix & Guarabyra , marcado e remarcado e confirmado para o último dia de feriadão em SP. O que poderia ter sido um dia terrível transformou-se em um sucesso, com o teatro do SESC VILA MARIANA ( enorme: 600 lugares) lotadinho. Alguns amigos, fãs de carteirinha, acabaram ficando de fora: ingressos esgotados desde sexta feira!
Mais fotos do show: http://www.flickr.com/photos/marlenefotos/ MOMBOJÓ ENLUTADO
July 07, 2007 02:45 PM PDT
Os fãs do MOMBOJÓ acordam hoje entristecidos com o falecimento do seu flautista Rafael. Difícil imaginar aquele grupo tão jovem e tão entrosado, alcançando um sucesso (justificado) tão rapidamente, sem um dos seus vértices! Enterro
Do JC Foi sepultado no fim da tarde desta sexta-feira, no Cemitério de Santo Amaro, no Recife, o corpo do flautista, violonista e trombonista da banda Mombojó, Rafael Torres, conhecido como "O Rafa" ou "Pirulito". O músico de 24 anos morreu de madrugada, vítima de um ataque cardíaco logo depois de chegar em casa, vindo de uma festa. Rafael foi ainda levado ao Hospital da Restauração (HR). Ele era portador de trombocitose, doença hematológica que causa aumento de plaquetas no sangue. Além do Mombojó, O Rafa tocava nas bandas Del Rey, Trio Pouca Chinfra e a Cozinha e Os Emboás. Devido à morte do artista, o show que a Del Rey realizaria neste sábado no Spirit Music Hall foi cancelado. Neste sábado, o músico tocaria também com o Trio Pouca Chinfra na Merceária Amélia. Com a morte do músico Rafael Torres, da banda Mombojó, "o Recife perde um dos seus maiores músicos. O Rafa era um cara que tinha uma energia muito boa, era amigo pra toda hora, estava sempre lá quando a gente precisava", afirmou o cantor China, vocalista da Del Rey, durante o velório do músico, realizado na capela do Cemitério de Santo Amaro. "O Rafa era um cara muito espiritualizado, aprendi muito convivendo com ele", ressaltou Felipe S., vocalista e companheiro da Mombojó e Del Rey. Na terça-feira, o músico estrearia o projeto Café del Jazz, no Café Porteño, voltado à reinvenção de tangos famosos. Ao seu lado, os músicos Márcio Silva (da banda Zé Cafofinho), Ângelo Mongiovi (da Mula Manca & a Fabulosa Figura) e o pianista Victor Araújo. Segundo a direção do Café Portenho, ainda não foi decidido se os músicos vão dar continuidade ao projeto com o falecimento de Rafael Torres. A Trama, gravadora do Mombojó, enviou nota para a imprensa lamentando a morte de Rafael. CARISMA - O Rafa era sempre uma figura carismática em todos os projetos que fazia parte. O músico exalava um ar non sense no palco, e era o alvo preferido das brincadeiras dos seus companheiros nos shows. Durante as apresentações da Del Rey, voltado ao repertório de Roberto Carlos, O Rafa tomava o microfone e imitava os trejeitos de "Sua Majestade". Ao fim da imitação, o músico deixava o público com uma frase, que virou quase seu jargão: "Onde quer que você esteja, você sempre estará lá". Surgido em 2001, o Mombojó foi o grupo responsável por "oxigenar" a cena musical recifense da década, após o estouro do mangue beat nos anos 90. Seu primeiro álbum, Nadadenovo, de 2003, deixou claro como Recife estava antenado com a reviravolta que a internet promovia na indústria fonográfica. Dando de ombros para gravadoras, os músicos disponibilizaram, gratuitamente, todas as suas músicas pelo seu site oficial. O resultado não poderia ter sido melhor: as canções viraram sucesso entre os internautas, e o grupo passou a lotar shows em todo o Brasil, inclusive participou de grandes festivais como o TIM Festival. A decisão, fincada na tradição punk do faça-você-mesmo, rendeu contrato com a Trama para o segundo álbum, o elogiado Homem-espuma. Ao contrário dos grupos da geração anterior, que relatava e berrava crônicas da vida sob o sol da RMR; o Mombojó veio com uma sonoridade que se equilibrava entre o samba, ritmos latinos, efeitos eletrônicos e letras subjetivas. Se a década de 90 queria exacerbar sua identidade, o Mombojó (sempre sintonizado com os novos tempos) nunca quis ser um grupo do Aqui. Mas do Agora. Sempre irônicos com sua obra, a maioria dos integrantes do grupo, junto com o cantor China, deu início ao bem-sucedido projeto Del Rey. As músicas de Roberto Carlos voltaram às massas. Desta vez, às massas jovens. O Mombojó foi/é a prova que o Recife sabe ser pop, inteligente e rir muito disso tudo Discografia do Toninho Horta ( Novos Links)
June 24, 2007 02:06 PM PDT
Quase 1 ano após reunir em uma listagem todos os links da discografia do Toninho me vi frente a frente discutindo isso com... o próprio Toninho!
Disco Beto Guedes, Novelli, Toninho e Danilo Caymi (“do banheiro”)
1979 Terra Dos Pássaros (True Space)
1980 Toninho Horta(EMI)
1989 Moonstone( Polydor )
1989 Diamond Land (Verve/Forecast )
1995 Durango Kid, Vol. 2( Big World )
1995 Foot on the Road (Polygram)
1996 Sem Você: Toninho Horta & Joyce (Collegium/1996)( Biscoito Fino / 2006)
1997 Toninho Horta & Flávio Venturini (Dubas)
1999 - Nicola Stilo & Toninho Horta (via veneto)
2004 - Com o pé no forró
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June 17, 2007 02:13 PM PDT
Essa é especial para uma pessoa que conheci virtualmente (duvidei), conheci um pouquinho mais lendo ( duvidei ainda mais), e agora mais um pouquinho ouvindo . (Tá, “tendii tamem”!) Elis Regina - Olhos Abertos ( Zé Rodrix / Guarabyra) do disco ELIS, de 1972.
Elis Regina - Olhos Abertos ( Zé Rodrix / Guarabyra) do disco ELIS, de 1972. Atravessando uma ponte de noite, no meio da chuva
Vendo os olhares desertos de tantas pessoas antigas
E eu quero encontrar as pessoas
Eu preciso encontrar as pessoas
SESC Interlagos
June 15, 2007 06:16 PM PDT
Descendo a lomba eu pensava “o que vim fazer aqui?”, e ia correndo, seguindo o som no ar, que lá pelas tantas misturou-se ao forró que tocava no salão (“Que loucura, caos total, ai, onde estou me metendo??”) , e seguia furando a multidão. Um paredão de casacos, toucas e cachecóis me separavam do palco, decidi correr pela lateral e avançar: acabei na famosa “fila A1” (piadinha interna: o gargarejo, fãs e loucos misturados no mesmo delírio!).
SR&G
June 15, 2007 06:11 PM PDT
Sá TRICOLOR!!! SR&G
June 15, 2007 06:05 PM PDT
Guarabyra SR&G
June 15, 2007 05:58 PM PDT
Zé Rodrix Fotos, fotos e mais fotos!
June 13, 2007 05:21 PM PDT
Nosso espaço no FLICKR Show do Guarabyra em Guaratinguetá
June 11, 2007 05:47 PM PDT
Próximo dia 13, quarta, acontecerá o show LEMBRANÇAS do FUTURO, do Guarabyra, em Guaratinguetá, como parte dos festejos de aniversário da cidade! O endereço correto está na seção agenda, aí do ladinho!
SEMANA CHEIA - Agenda de shows de Sá, Rodrix & Guarabyra; Toninho Horta e Almir Satter
June 04, 2007 01:48 PM PDT
Feriadão animado, apesar do frio, com mil shows em SP: dia 7/6 - Almir Satter - SESC Itaquera - 15 hrs
dia 9 e 10/6 - Toninho Horta e Joyce vão apresentar repertório do disco 'Tom Jobim: Sem Você', que foi gravado e lançado no Japão. 09/06, Sábado, às 21h
SESC Vila Mariana
dia 10/6_ Guarabyra solo: Recordações do Futuro - SESC Itaquera - 15 hrs dia 13/6 - Guarabyra em Guaratinguetá - Show comemorativo pelo aniversário da cidade -Praça Conselheiro Rodrigues Alves- 21 hrs dias 14 e 15 - Sá, Rodrix & Guarabyra - SESC Vila Mariana. rua Pelotas, 141
May 29, 2007 08:27 AM PDT
Show de SÁ , RODRIX & GUARABYRA dia 7 de junho, feriadão, no SESC INTERLAGOS! Programação completa: SANTO GRÃO NA FESTA DE SÃO JOÃO
Amauri Falabella Trio Mais Maria do Que Zé
Os catira ás de ouro
Sá, Rodrix, Guarabyra & Banda Praça Pau-brasil. 1
May 24, 2007 01:56 PM PDT
O PRIMEIRO SUCESSO A GENTE JAMAIS ESQUECE !
A noite estava inacreditavelmente quente e estrelada. Nós fumávamos em silêncio na varanda da casa de fazenda no Arrozal, quatro rapazes em férias. Eu, Máriozinho e Gilson éramos ainda adolescentes. Zé Ivan, o mais velho, era recém formado em medicina. No Rio, estávamos os três primeiros aprendendo a tocar, com planos de formar um grupo. Mário aprendia baixo, Gilson, bateria e eu, violão. Zé Ivan arranhava na percussão e era o feliz proprietário de um inefável fusquinha cabriolé, daqueles de teto solar, nosso transporte pra aprontar em algumas das cidades próximas.
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Foto: Sá, Rodrix & Guarabyra no show de ago/2006 no SESC ITAQUERA
Pra ouvir: Morar sem paredes - Luiz Carlos Sá Guarabyra tem o que dizer
May 19, 2007 07:37 AM PDT
Aquiles Rique Reis Guttemberg Nery Guarabyra Filho, ou simplesmente Guarabyra, ou mais simplesmente ainda, Gut, tem coisas a dizer. E as diz cantando, poetando. Feito pássaro que não mente, ele voa, roda o mundo, aprendendo a reconhecer as próprias pegadas. Inutilmente o amor quis voltar; encontrou-o descrente. Frente a frente com as pontes, atravessou-as. Fez perguntas, "você se lembra?", e as respondeu: "Nós nos amaremos". E seguiu a vida. Colocou as peças no tabuleiro e teve a sorte a seu lado; mas também a teve contra. Sorte que lhe mostrou um paraíso sorridente. À solidão ele afirma que é preciso amar muito mais. E ama desde as primeiras horas das manhãs bonitas do sertão até o lusco-fusco que anuncia a noite e suas gotas de orvalho. Feito o velho caboclo, aquele que nada lhe tira o sossego, repete velhas e boas histórias aquecidas em fogo caipira. E olha o horizonte. E vê o futuro. E lembra-se dele como se fosse hoje. Gut tem o que dizer, por isso lançou seu segundo álbum solo, Guarabyra Lembranças do Futuro (gravadora Velas). O CD tem 13 músicas, todas com letras suas. Duas são com Renato Correa, "Velhas Histórias" e "É Preciso Amar Muito Mais"; uma é com Luiz Schiavon e Vitor Martins, "Manhãs Bonitas do Sertão"; duas são só dele, "Nós Nos Amaremos" e "Inutilmente"; e oito são parcerias com Luis Carlos Sá, seu companheiro de dupla há mais de 15 anos, e, juntos, formaram com Zé Rodrix o trio Sá, Rodrix & Guarabyra. Abro um parêntese: contou-me o Gut a história da formação do trio. Sá e Zé queriam mesmo era formar uma dupla. Porém, sem lugar para ensaiar, bateram à porta de Guarabyra, que morava com dois amigos jornalistas esportivos (José Trajano e Toninho Neves) num amplo apartamento. Como nenhum dos três moradores se importou em ceder espaço para os ensaios, a futura dupla deu início aos trabalhos. Só não contavam com a intromissão de Gut, que dava palpites nos arranjos e recomendava uma ou outra vocalização. Bem impressionados com os pitacos recebidos, restou a Sá e Zé Rodrix convidarem o bicão para formar um trio. Parêntese fechado. Em Guarabyra Lembranças do Futuro, as letras são plenas de referências pessoais de Gut. Nelas, percebe-se o que pensa e sente seu autor. Existenciais, elas remexem no arquivo do passado e do presente de Gut e o eleva ao futuro. Coração aberto, o canto sai pelas frestas da memória e ganha ares de verdade libertada a fórceps. Trabalho mais autoral, impossível. O cuidado com a produção e com os arranjos, a cargo do violonista e guitarrista Webster Santos, permite a Gut deslizar sua voz, tornando-a cúmplice do que tem a dizer seu dono. A mixagem do CD é ótima! Nela se percebe cada nuance pretendida em cada frase dos arranjos. Nela, o som tirado do piano acústico tocado por Yaniel Mattos se fez delicado, assim como delicioso ficou o coro feito pelo contrabaixista Pedro Baldanza e mais Dorca Alves e Jorge Cavalcanti; por ela, a percussão de Tostão Cunha ganhou ares de parceira na música, e a bateria de Ângelo Kanaan resultou harmoniosa com a melodia. Graças à mixagem bem-feita, a voz de Gut desempenha seu papel: mostrar cada sílaba que compõe o universo guarabyriano. As letras de Gut passeiam por versos ora depressivos, feitos os de "Inutilmente" (Quando o amor quiser voltar para mim/ Encontrará um coração descrente/ Que amou querendo ser feliz/ E acabou amando inutilmente); ora esperançosos como os de "Nós Nos Amaremos" (Quando o sol caminhar mais crescente/ Quando as sombras no chão de setembro/ Na primeira manhã quente e clara/ Se alongarem brincando com o vento/ De mãos dadas com o sentimento/ Nós/ Nós enxergaremos tão claro/ a luz do momento raro,/ Que nos amaremos/ Nós nos amaremos...). Lindos! Gut tem o que dizer. Abre o coração e revela o que lhe vai ao peito. Entoa canções. Dá som às palavras. Solta o verbo. Solta a voz. Solta as amarras e perambula por espaços futuros que se abrem à sua passagem. Aquiles Rique Reis, vocalista do MPB4 e autor de O Gogó de Aquiles
(agradecimentos à Marlene Alves) Guarabyra tem o que dizer 2
May 19, 2007 07:34 AM PDT
O guitarrista Guarabyra tem o que dizer 3
May 19, 2007 07:33 AM PDT
Backing vocal ARMINA
May 17, 2007 05:59 PM PDT
Essa é daquelas músicas marcantes, cuja audição faz explodir os sentimentos. Tinha certeza de que já havia ouvido essa canção em um filme, apoteótica. Estava certa: foi em “Os Deuses e Os Mortos”, do Ruy Guerra. Mas deve ter sido em qualquer outro filme daquela época, não lembro mais e não creio que em 71 tenha visto algum filme do Ruy Guerra!
Sobre ARMINA, fala Thiago Fernando Secco (http://tarkusblogprog.blogspot.com) O maestro, arranjador e compositor Wagner Tiso formou no inicio dos anos 70, uma banda que tinha como objetivo inicial dar suporte aos shows do então “astro” mineiro Milton Nascimento. (A banda, aliás, foi formada a pedido do próprio Bituca).
O que era pra ser apenas uma banda “opening act”, ganha forma, corpo e o nome de Som Imaginário. O grupo, apesar de ter sido formado no Rio de Janeiro, contava basicamente com músicos mineiros e possuía a sonoridade que, entendo ser o alicerce principal do movimento “Clube da Esquina”. Passaram pelo grupo alguns gênios da música nacional, como Wagner Tiso (teclados), Luís Alves (baixo), Robertinho Silva (bateria), Tavito (violão); fredera (guitarras), Zé Rodrix (teclados, voz e flauta), Laudir de Oliveira e Naná Vasconcelos (percussão), Nivaldo Ornelas (saxofone), Toninho Horta (guitarras), Noveli (baixo) e (ufa!) Paulo Braga (bateria). Em 1973, gravam o LP "A Matança do Porco" que, pra muitos, é o álbum mais progressivo do grupo contendo canções de Wagner Tiso como "Armina" e a faixa-título, escrita originalmente para o filme "Os deuses e os mortos", de Ruy Guerra, que concorreu ao Festival de Berlim dois anos antes. O álbum conta com a participação especialíssima do próprio Milton Nascimento na faixa-título. De modo geral, acho uma obra completa. Há influencias de música popular brasileira da época, de jazz e do mais puro progressivo tupiniquim. Ainda em 1973, participaram do LP "Milagre dos peixes", do “padrinho” Milton Nascimento. O grupo se desmancharia em meados dos anos 70, com cada integrante partindo para respectivos trabalhos solo. Destaque para Zé Rodrix, que ao lado de Sá e Guarabira, formariam uma espécie de Crosby, Stills and Nash brasileiro. ***********
May 17, 2007 04:15 AM PDT
Ainda que eu ache alguns ítens discutíveis (confesso chorei no filme deles, e admiro a competência e o talento, mas Zezé de Camargo & Luciano melhor dupla, sei não...) além de parecer ter sido patrocinado pela Globo (Beira Mar como melhor canção????...será que a existência só é possível numa novela das 8?), mesmo achando o último do Alceu ( Ao Vivo no Marco Zero) uma revisão do melhor dele embalado na animação do povo em pré carnaval, ou seja, a mesma coisa, FORRÒ PARA CRIANÇAS mereceu justamente o PRÊMIO TIM do MELHOR DISCO INFANTIL ! Meu filho colocou o cd todinho no seu ipod e levou pra escola. Lá se chocou ao saber que nem sua professora de música conhecia Jackson do Pandeiro. Mas "Chiclete com banana" conheciam, mas o "Canto da ema" conheciam, mas "Sebastiana"( "A, e, i, o u, ipisilone") conheciam...aaaaaaahhh, bem....Menos mal...
FORRÓ PARA CRIANÇAS
Faixas
PRÊMIO TIM 2007
May 17, 2007 04:14 AM PDT
O que fazer num feriadão longo, de inverno, em São Paulo??? SHOWS, MUITOS SHOWS!!!!
May 16, 2007 04:52 PM PDT
O feriadão promete corações à mil, encontros de amigos, FESTAS JUNINAS e Sá, Rodrix e Guarabyra matando a nossa saudade de ouvi-los ao vivo!!! No meio de tudo tem Toninho Horta com minha palestrante favorita do Lar de Tereza, Joyce! E pra finalizar, no domingo à tarde, Guarabyra solo. 1.Show do Trio no feriado do dia 7/6
Programação completa: SANTO GRÃO NA FESTA DE SÃO JOÃO
Amauri Falabella Trio Mais Maria do Que Zé
Os catira ás de ouro
Sá, Rodrix, Guarabyra & Banda Praça Pau-brasil. 1
************ 2. TONINHO HORTA & JOYCE Toninho Horta e Joyce vão apresentar repertório do disco 'Tom Jobim: Sem Você', que foi gravado e lançado no Japão. Dia(s):
SESC Vila Mariana rua Pelotas, 141
Ingressos: R$ 20,00.
************ 3. Só Guarabyra Apresenta-se sozinho, tendo a oportunidade de protagonizar um momento especial na sua consolidada carreira. Este show reflete a trajetória profissional do artista, traduzida em sua nova atitude que perpetua a essência de um compositor sempre antenado com o presente e com a verdade existentente em suas canções. O show é composto de belas canções, sucessos de mais de 30 anos de carreira. O show faz parte da Festa Junina do SESC INTERLAGOS: VALE DO RIBEIRA: CAIPIRAS, CAIÇARAS E QUILOMBOLAS
Praça de eventos. Preços de Portaria. 1
ATENÇÃO COMPOSITORES & LETRISTAS de plantão: Curso " As Canções" com Zé Rodrix
May 11, 2007 09:25 AM PDT
Reproduzindo o convite original: Curso "As Canções" Dedicado à vocês, que sabem fazer música, este curso ensina a compor letras e arranjos. Serão 03 aulas com o compositor Zé Rodrix. Aula 01: os alunos trazem uma de suas canções preferidas, que serão analisadas em conjunto.
Os trabalhos serão registrados e os alunos receberão um CD com todas as musicas feitas no curso. Sobre Zé Rodrix:
Venha, participe, vc irá se surprender com seu talento para compor!! Horário: 19-23hs, dias 21, 28 de maio e 04 de junho
******** Um dos dons do MESTRE é, além de ministrar o conhecimento, explorar o que o(s) seu(s) pupilos têm de melhor. Extrair o melhor, fazer com que ascendam também!
Guarabyra e a cantora goiana Guida
May 04, 2007 07:18 AM PDT
que participou do show apresentando uma canção sua e dando novo tom ao Pássaro, junto com Guarabyra.
May 04, 2007 07:03 AM PDT
LEMBRANÇAS DO FUTURO - O show
May 04, 2007 06:47 AM PDT
Devo confessar que estava apreensiva, os músicos haviam se atrasado, a passagem do som recém estava sendo feito quando chegamos ao Bourbo Street.
Lá fora conversamos ainda mais uma vez, e empolgadas que estávamos, saímos de lá ( muito depois) com a adrenalina a mil, a
Na foto: Detalhe do Guarabyra em 2 tempos, com 13 anos e agora LEMBRANÇAS DO FUTURO ( O SHOW SOLO DO GUTTEMBERG GUARABYRA)
April 25, 2007 03:45 AM PDT
Pra Ouvir: É Preciso Amar Muito Mais Enfim o lançamento oficial do CD do mesmo nome será dia 2 de maio, às 21hrs. Aí seguem os demais dados: Bourbon Street Music Club
Multis usam jabá para censurar a produção musical brasileira -
April 17, 2007 06:15 AM PDT
Sérgio Rubens de Araújo Torres
O principal papel cumprido pelo jabá pago pelas multinacionais para que suas músicas toquem no rádio e na TV tem sido o de impedir que o público tenha acesso à maior parcela do que de melhor se produz em termos de música brasileira. Mais do que um meio imoral e ilegal de promover as vendas, o jabá converteu-se numa forma intolerável de censura De janeiro a junho de 2004, a Warner lançou sete CDs de música brasileira (incluindo pop/rock cantado em português): Kelly Key (Ao Vivo), Os Travessos (Ao Vivo), Catedral (O Sonho Não Acabou), Detonautas (Roque Marciano), O Rappa (O Silêncio que Precede o Esporro), Gino e Geno (Os Sucessos), Nana, Dori e Danilo (Para Caymmi). O faturamento anual da Warner Music Brasil é da ordem de R$ 170 milhões. No mesmo período, a gravadora CPC-UMES, cujo faturamento anual é cerca de quatrocentas vezes menor, também lançou a mesma quantidade de CDs: Brazilian Trombone Ensemble (Um Pouquinho de Brasil), Céline Imbert e Marcelo Ghelfi (Vinícius, Sem Mais Saudade), Claudia Savaget (Caminhando), Gesta (A Chave de Ouro do Reino do Vai-Não-Volta), Vésper (Ser Tão Paulista), Estação Caixa-Prego (Brasileirando), Mário Eugênio (Sonoridade). Não vamos falar de qualidade musical e consistência cultural. Com exceção da família Caymmi, os outros seis discos lançados pela primeira dificilmente passariam nos critérios de seleção da segunda. Os sete CDs da CPC-UMES apresentam o melhor grupo de trombones do mundo, a maior diva do nosso canto lírico, a intérprete preferida de Cartola, um conjunto armorial apresentado por Ariano Suassuna, um vocal avalizado pela presença ao vivo e a cores de Chico Buarque numa das faixas, uma alegre incursão pelos ritmos nordestinos, um violão de suavidade comparável a do saudoso Paulinho Nogueira. O fato mais significativo é que no plano quantitativo a produção (de música brasileira) de uma pequena gravadora nacional tenha atingido o mesmo patamar de uma das cinco mega-corporações multinacionais que assolam o nosso mercado. Alguém poderia pensar que a CPC-UMES se constitui numa exceção entre as gravadoras nacionais e que a performance da Warner não é representativa do desempenho de suas co-irmãs. Fixemo-nos então na Universal, a maior das cinco, tanto no Brasil quanto no mundo, empresa que inclusive apresenta-se como “um raro caso de vitalidade cultural na indústria fonográfica”. Consultando a relação de integrantes de seu cast, encontraremos pérolas de inquestionável raridade: Babado Novo, É o Tchan, Carla Xibombom Cristina, as apresentadoras de televisão Babi e Gabi, Netinho, Paulo Ricardo, Kid Abelha, Nando Reis... Quanto à “vitalidade cultural”, não há, portanto, diferença perceptível entre Universal e Warner. De janeiro a junho de 2004, a Universal lançou doze CDs de música brasileira. A Biscoito Fino, gravadora nacional, criada há menos de cinco anos, lançou dezenove: Joyce, Sérgio Santos, Paulo Moura, João Carlos Assis Brasil... e até Michel Legrand, interpretando Luis Eça, só para humilhar a oponente. Restam Sony, BMG e Emi. Juntas, lançaram, sempre de janeiro a junho de 2004, vinte e nove CDs. Confrontemos esse número com a produção das seguintes gravadoras nacionais: Kuarup, Indie, Velas, Eldorado, Rob Digital, Dubas, Lua, Movie Play, Trama, Camerati, Núcleo Contemporâneo, Jam, Som da Maritaca, Marari, Atração, Acari, Carioca, Rádio MEC, Revivendo, Cid, Zabumba, Lumiar, YB, MCD, Visom, Palavra Cantada, Albatroz, Elo, Sonhos e Sons, Minas, Lapa, Pôr do Som, Maianga, Net, Reco-Head, Natasha, Nikita, Dabliú, Fina Flor, Pantanal, Galpão Crioulo, Sapucay, Zan, Paradoxx, Candeeiro, Baratos Afins, Paulus, Deck, Chororó, Barulhinho, Acit, Quitanda, Terreiro, Aconchego, Chita, Outros Discos, Top Tape, Villa Biguá, Play Art, Azul, Pau Brasil. Chegaremos facilmente a 150 CDs, contra 29 das três majors. Acrescentemos, ainda, uma meia centena de CDs lançados por gravadoras nacionais não relacionadas na lista, e outra meia centena produzida por artistas independentes, sem o concurso de qualquer gravadora. Teremos 276 novos lançamentos, contra 48 das cinco majors. Para que o mapa fique completo, é necessário situarmos a produção da Som Livre. Ao contrário das demais gravadoras nacionais, o braço musical das Organizações Globo possui grande poderio econômico e fácil acesso à mídia, porém encontra-se hoje limitado quase exclusivamente ao lançamento de trilhas de novelas produzidas a partir de fonogramas cedidos pelas mega-concorrentes. Vê-se que as gravadoras nacionais e artistas independentes alcançaram uma produção que, tomada em conjunto, é significativamente superior à das cinco multinacionais, em termos de qualidade e quantidade. No entanto, a situação se inverte quando comparamos as respectivas participações nos mercados de execução pública e venda de CDs. Warner, Universal, Sony, BMG e Emi monopolizam 85% de ambos. Sem a Som Livre, gravadoras nacionais e artistas independentes, somados, não passam de 3%. Trata-se de uma situação inteiramente absurda, insustentável, mantida de forma criminosa pelo jabá que as multinacionais pagam para que suas gravações sejam executadas até a exaustão nas emissoras de rádio e televisão. O uso e abuso dessa modalidade de suborno faz com que, cada vez mais, qualidade e diversidade, marcas registradas da música brasileira, sejam banidas dos meios de comunicação e, conseqüentemente, das prateleiras das lojas. Para se aquilatar o nível atingido por essa deformidade, destaquemos alguns artistas que estão fora dos casts das cinco multinacionais: Paulinho da Viola, Alceu Valença, Gal Costa, Toquinho, Bethânia, Erasmo Carlos, Lobão, Edu Lobo, Geraldo Azevedo, Elomar, Inezita Barroso, Beth Carvalho, Nei Lopes, Alcione, Luiz Carlos da Vila, Jair Rodrigues, Theo de Barros, Fagner, Belchior, Leci Brandão, Sérgio Reis, Renato Teixeira, Almir Satter, Monarco, Ivone Lara, Almir Guineto, Jane Duboc, Leny Andrade, Cristina, Oswaldo Montenegro, Francis Hime, Marcus Vinicius, Roberto Menescal, Sérgio Ricardo, Jards Macalé, Fátima Guedes, Tavinho Moura, Elza Soares, Ataulfo Alves Jr., João Donato, Joyce, Dominguinhos, Tom Zé, Tetê Espíndola, Vânia Bastos, Eduardo Gudin, Carlinhos Vergueiro, Zizi Possi, Walter Franco, Johnny Alf, Claudete Soares, Elton Medeiros, Cláudio Nucci, Zé Renato, Alaíde Costa, Emílio Santiago, Moraes Moreira, Carlos Lira, Germano Mathias, Amelinha, MPB-4, Quarteto em Cy, Olívia Hime, Olívia Byington, Fafá de Belém, Miucha, Kleiton e Kledir, Sá e Guarabyra, Guilherme Arantes, Cida Moreira, Ednardo, Luiz Melodia, Duardo Dusek, Anastácia, Nando Cordel, Cátia de França, Gerônimo, Marinês, Demônios da Garoa, Lula Barboza, Reinaldo, Wilson Moreira, Sueli Costa, Paulo César Pinheiro, Célia, Pery Ribeiro, Luiz Vieira, Carmélia Alves, Irmãs Galvão, Cauby Peixoto, Ângela Maria, Paulinho Tapajós, Mestre Ambrósio, Arthur Moreira Lima, Paulo Moura, Sivuca, Turíbio Santos, Sebastião Tapajós, João Carlos Assis Brasil, Nelson Freire, Mário Zan, Wagner Tiso, Egberto Gismonti, Toninho Horta, César Camargo Mariano, Heraldo do Monte, Hermeto Pascoal, Nonato Luiz, Armandinho, Izaías Bueno de Almeida, Déo Rian, Altamiro Carrilho, Carlos Poyares, Maurício Einhorn, Naná Vasconcelos, Quinteto Violado, Antônio Adolfo, Renato Borghetti, Orquestra Tabajara e toda e qualquer orquestra. Poderíamos continuar citando mais duzentos ou trezentos nomes de primeira grandeza que já integraram os casts das multinacionais, mas foram excluídos ou se retiraram em conseqüência da estratégia monopolista que ganhou terreno nos anos 70 e consolidou-se na década de 90: vender o máximo de cópias do mínimo de títulos, através do uso generalizado do jabá. Djavan seria um bom nome para encabeçar a lista, pois lança em julho seu novo CD pela Luanda Records. Mas, para que não fique a impressão de que a música brasileira vive uma crise de renovação, preferimos prosseguir destacando alguns artistas cujas discografias foram construídas, desde o início, dentro das pequenas gravadoras nacionais e da produção independente: Antônio Nóbrega, A Barca, Quinteto em Branco e Preto, Yamandu Costa, Mônica Salmaso, Vanessa da Mata, Dorina, Ceumar, Xangai, Paulo Simões, Ná Ozzetti, Moacyr Luz, Guinga, Celso Viáfora, Tom da Terra, Flor Amorosa, Vésper, Comadre Florzinha, Renato Motha, Titane, Zé Geraldo, Neto Fagundes, Filó Machado, Rosa Passos, Márcia Salomon, Carmen Queiróz, Fábio Paes, Pedro Osmar, Maricenne Costa, Arrigo Barnabé, Rumo, Vital Farias, Paulinho Pedra Azul, Sérgio Santos, Ana de Holanda, Gereba, Jussara Silveira, Marlui Miranda, Vicente Barreto, Dércio Marques, Josias Sobrinho, Suzana Salles, Selmma Carvalho, Vange Milliet, Simone Guimarães, Nilson Chaves, Passoca, Glória Gadelha, Walter Alfaiate, Délcio Carvalho, Noca da Portela, Luis Tatit, Pedro Camargo Mariano, Bule-Bule, Oliveira de Panelas, Celso Machado, João de Aquino, Maurício Carrilho, Túlio Mourão, Cristóvão Bastos, Banda Mantiqueira, Nelson Ayres, Laércio de Freitas, Banda de Pífanos de Caruaru, Dinho Nascimento, Antônio Madureira, Papete, Osvaldinho da Cuíca, Paulo Freire, Roberto Correia, Milton Edilberto, Duofel, Radegundis Feitosa, JP Sax, Quarteto Maogani, Caíto Marcondes, Hamilton de Holanda, Nó Em Pingo D’ Água, Aquilo Del Nisso, Pagode Jazz Sardinha’s, Cézar do Acordeon, Luis Carlos Borges, Oswaldinho, Quarteto de Cordas da Paraíba, Madeira de Vento, Choro de Varanda, Jota Gê, Bocato, Uakty, Rodoldo Stroeter, Paulo Bellinati, Benjamin Taubkin, Ulisses Rocha, Teco Cardoso, Jazz Sinfônica. Neste ítem, poderíamos relacionar também mais cem ou duzentos artistas de primeira linha. Somando os casts atuais da Warner, Universal, Sony, BMG e Emi, não encontraremos mais que trinta e cinco artistas desse nível. O caudal de criatividade e diversidade que nutre as gravadoras nacionais e a produção independente, e mantém viva a música brasileira, vem sendo posto cada vez mais longe da mídia e do público pela praga do jabá. Segundo informações fornecidas pelo sr. André Midani, alto executivo da indústria fonográfica por mais de 40 anos, a despesa anual das cinco majors com jabá, no Brasil, fica entre R$ 71 milhões a R$ 95 milhões. O resultado dessa política foi a crise do mercado. O faturamento da indústria fonográfica caiu de R$ 1,4 bilhões para R$ 1 bilhão, entre 1998 e 2002 – os dados de 2003 ainda não foram divulgados pela ABPD (Associação Brasileira de Produtores Discográficos). Embora as majors tenham posado de vítimas, atribuindo a crise à pirataria, é fácil verificar que a venda de CDs falsificados é apenas uma das conseqüências – e não a mais grave – da estratégia criminosa de corromper os meios de comunicação para manipular a demanda e concentrá-la sobre um número cada vez mais reduzido de lançamentos. Poderia parecer que Warner, Universal, Sony, BMG e Emi mudariam de estratégia ao contabilizarem os prejuízos e avaliarem os riscos impostos à galinha dos ovos de ouro. Como isso não ocorreu, é de se supor que estejam sendo tangidos pela crença de que o desfibramento da música brasileira lhes possibilitará, finalmente, ganhar o mercado para o pop internacional – sonho seguidamente frustrado pela obstinada resistência do povo a consumir prioritariamente música cantada em inglês. Miopia ou sabotagem, o fato é que o principal papel cumprido pelo jabá tem sido o de impedir que o público tenha acesso à maior parcela do que de melhor se produz em termos de música brasileira. Mais do que um meio imoral e ilegal de promover as vendas, o jabá converteu-se numa forma intolerável de censura. Na abertura do Fórum Cultural Mundial, o presidente Lula sublinhou a necessidade de não nos rendermos à constatação de que “a produção cultural no mundo é dominada por uns poucos oligopólios”. O Brasil é um exemplo de como essa dominação é exercida: reduzindo drasticamente as gravações de música brasileira e usando o jabá para impedir que a produção feita à sua revelia chegue ao público. O patrimônio musical brasileiro, apesar de vasto, não é inesgotável. Sem que o povo tenha acesso aos seus melhores frutos, através do rádio e da televisão, mais cedo ou mais tarde ele acabará sofrendo uma atrofia de graves proporções. O Ministério da Cultura pode continuar fingindo que isso não é de sua conta. Talvez o ministro sinta-se até constrangido por ser um dos últimos sobreviventes do cast da Warner, condição que certamente não facilita a intervenção isenta do ministério na questão. Mas sem uma ação governamental firme, que obrigue as multinacionais a praticarem a concorrência, como determinam as leis vigentes, os prejuízos à cultura e à economia nacionais tornar-se-ão incalculáveis. Ao contrário de outros prestigiosos setores da cultura brasileira, o que as gravadoras nacionais e artistas independentes cobram do Estado não é dinheiro para a produção. O que o setor pretende é que sua produção, que é maior e melhor que a das multinacionais, não continue sendo impedida de circular, pela prática imoral e criminosa do jabá.
SOBRADINHO é tema da campanha do GREENPEACE
April 09, 2007 05:36 PM PDT
Festa do GREENPEACE : MUDE O CLIMA no Rio de Janeiro, na quarta feira, dia 11 à partir das 23 hrs., no Teatro Odisséia ( Lapa). Mas o que tem a ver a festa do GREENPEACE com Sá, Rodrix & Guarabyra? Tudo! Guarabyra cedeu o uso da canção SOBRADINHO para essa campanha!
Lembranças do futuro - Tarik de Souza
April 03, 2007 04:59 PM PDT
Lembranças do futuro
Inicialmente um trio, com a participação de Zé Rodrix (formação reeditada no ultimo Rock in Rio), o duo base do rock rural formado pelo carioca Luis Carlos Sá e o baiano Gutemberg Nery Guarabyra nunca foi pretensioso. O próprio apelido dado ao estilo que criaram (e levaram à boca do povo, mesmo sem a fixação do rótulo) já denota desapego ao cabecismo. Tanto Rodrix quanto os outros dois são especialistas em melodias ganchudas e não por acaso mantiveram uma carreira paralela no território sintético (e grudento) do jingle, com a façanha notável na década de 70 de levantar a venda de um refrigerante através de uma única peça publicitária, que acabou saindo em disco ("Só tem amor/ quem tem amor pra dar/ é no sabor de Pepsi..."). Por isso, nesses dois títulos acoplados da dupla, O Paraíso Agora, de 1984 e Harmonia, de 1985 pululam hits (ou ainda candidatos a) de melodia assobiável e letra fluente, das que aquecem as rodinhas de violão e dão aquela levantada na galera de qualquer show. Misturando Luiz Gonzaga, Crosby, Stills, Nash & Young, Simon & Garfunkel, João Pacífico & Raul Torres, eles mandam entre outras, Cheiro Mineiro de Flor, Capitão Meia Noite, Roque Santeiro, Dona e Me Faça um Favor, esta a primeira canção composta por eles ainda em 1968, com uma proposta programática que valeria para as demais: "Cante uma canção que fale de amor/ e que seja bem fácil de se guardar".
(Tárik de Souza) ********** Obrigada, Pi e todos amigos que "colaboram" com essa página! Lembranças do Futuro , o disco
April 03, 2007 01:17 PM PDT
Chegou meu disco, ontem, junto com o Avhram, o bebê do David!!! Mazel Tov para ambos!
As Origens e as Histórias do Rock Rural
April 03, 2007 11:58 AM PDT
Rock Rural: as primeiras canções da estrada Por Fernando Rosa (editor de Senhor F) O rock rural nasceu da junção do folk-rock e das sonoridade regionais nacionais, que, no início dos anos setenta, fundiram-se sob o clima e o comportamental hippie que envolvia parte da juventude brasileira. Transformando-se em estilo musical, o rock rural foi marcado pelo pioneiro mix rock-erudito-regional do grupo O Terço, pelo lado pop dos mineiros do Clube da Esquina e pelo folclore de diversas regiões do Brasil. Evidenciando a "transa" da época, entre os diferentes gêneros, a revista/jornal Rolling Stone trazia em meados de 1972 enorme entrevista com o "rei do baião" Luiz Gonzaga em suas páginas. Mas a mistura já vinha sendo germinada desde meados dos anos sessenta, expressa em diversas intervenções e gravações, algumas delas praticamente desconhecidas. O tropicalismo, de certa forma, em canções como 2001 (com Os Mutantes, ou mesmo com Gilberto Gil), abriu as portas para o encontro do rock — e da guitarra elétrica — com todas as formas da música nacional, incluindo as manifestações mais tradicionais. Antes disso, por volta de 1966, o maestro Rogério Duprat e Chico de Assis já tinham tentato desenvolver a fórmula juntamente com o grupo O'Seis, o pré-Mutantes. Ainda sem o devido valor, os brasilienses Os Primitivos, por outro lado, já produziam em 1967 um mix de rock à la Byrds com clássicos do folclore como Mulher Rendeira, Luar do Sertão e Asa Branca. E, no VI Festival Internacional da Canção Popular, realizado em 1971, Zé Rodrix acendeu a luz do candiêro com a canção Casa No Campo, acompanhado pelo grupo Faia, depois regravada por Elis Regina, e transformada em clássico da música brasileira.
Autores do clássico álbum 'Em Busca do Ouro', lançado em 1972, o grupo Ruy Maurity Trio também merece estar entre os precurssores do gênero. Liderado por Ruy Maurity, irmão do pianista Antônio Adolfo, o grupo produziu um dos maiores sucessos do rock rural e do início dos anos setenta — a canção 'Serafim e Seus Filhos'. Inicialmente com uma sonoridade mais tradicional, o grupo teve vida curta, cedendo lugar para a carreira solo de Maurity, que gravou diversos álbuns e produziu trilhas para novelas. Os pernambucanos Quinteto Violado com seu disco homônimo de estréia, por sua vez, inauguraram um nova ponte entre as sonoridades regionais — desta vez, a nordestina — com o rock, além daquela engendrada pelo triunvirato Alceu Valença-Zé Ramalho-Geraldo Azevedo e, mesmo, Raul Seixas. Trazendo uma longa versão de 'Asa Branca', o disco lançado em 1972 abriu o caminho para outros grupos, mais roqueiros, ou mais tradicionais, como Banda de Pau e Corda, Quinteto Armorial, Santarén e o psicodélico Ave Sangria — de Marco Polo, Ivinho e Paulo Raphael.
O gênero encontrou igualmente guarida em outros estados e regiões do país, além de Minas Gerais e Nordeste, especialmente no Rio Grande do Sul, São Paulo e Bahia. No Sul, destacaram-se o trio Inconsciente Coletivo, o grupo Almôndegas — de onde saiu a dupla Kleiton & Kledir, e ainda o pouco conhecido grupo Os Tápes, que produziu em seus dois únicos álbuns — lançados pelo selo Marcus Pereira — um som voltado para o resgate das sonoridades indígenas regionais. Em São Paulo, o interiorano Paranga (de quem o grupo Cokeluxe regravou 'Bobão', em versão rockabilly), o urbano Flying Banana (liderado por Passoca) e os "latinos" Tarancón e Raíces de América foram os responsáveis pelo desenvolvimento do gênero. Na Bahia, liderados por Capenga e Gereba, despontou o Bendegó, um dos mais importantes e criativos grupos dos anos setenta — de onde saíram Vermelho e Hely para formar o 14 Bis que, em parte, sustentou sua carreira na herança do rock rural dos anos setenta. No início dos anos oitenta, alguns grupos seguiram produzindo bons discos na linha do rock-regional-hippie-rural, como os brasilienses Mel da Terra e Por do Sol, o gaúcho Saracura (que tinha o Tangos & Tragédias Nico Nicolayweski entre seus integrantes), o matogrossense Tetê & Lírio Selvagem (liderado por Tetê Espíndola), o catarinense Grupo Expresso e, ainda, o paranaense Blindagem (com sonoridade estradeira e letras ecológicas de Paulo Leminski).
Mas, além da influência dos sons eletrônicos, alguns grupos ainda aventuraram-se a retomar a velha fórmula, com destaque para o gaúcho Cowboys Espirituais, formado por Julio Reny, Frank Jorge (ex-Cascavelletes & Graforréia Xilarmônica) e Márcio Petraco (ex-TNT). Em um belo álbum lançado pelo selo Trama, recheado de violões, steel guitars e harmonias vocais, onde — parafraseando a letra de A Primeira Canção da Estrada (de S, R & G), eles oferecem a velha carona para levar o ouvinte até, pelo menos, a canção mais próxima, longe da poluição sonora que infesta o "mercado" sonoro desta virada de século. Depois, vieram Os Pistoleiros, donos de um dos melhores discos desta primeira metade de década e, mais recentemente, Vanguart e Supercordas... Mas isso, já história para mais adiante... (Publicado ontem no UOL)
Contribuição de Adelaide do Julinho. NÓS NOS AMAreMOS e outras novidades fresquinhas do Gut
March 30, 2007 12:17 PM PDT
O Juarez, muito atento, notou e a Pi reclamou: no site do Submarino a canção 8 está escrita de forma errônea: O correto é NÓS NOS AMAREMOS. Eu, distraída e apressadinha como só, acabei dando "barrigada" !
Enquanto o Gut não vem, vou me divertindo com o TONINHO HORTA : Show do Toninho e GUINGA, hoje e amanhã ( dia 31/03) no Teatro Rival, Cinelândia. Tá linda a parceria: a entrevista na MPB FM deu uma amostrinha do show. Nem acreditei http://www.youtube.com/watch?v=u9CtfDTxFoo Lembranças do Futuro - Guarabyra ( novo CD Solo)
March 27, 2007 03:30 PM PDT
O novo CD solo do Guarabyra já está disponível, para pré-venda, no SUBMARINO:
'Lembranças do Futuro reflete a trajetória profissional de Guarabyra, traduzida em canções como Fogo Caipira, Tabuleiro, Nós Nos Amaremos e Manhãs Bonitas do Sertão, que fez parte da trilha sonora na novela Sinhá Moça, exibida recentemente pela Rede Globo. Outras canções do CD como Frente a Frente, Lembranças do Futuro, Roda o Mundo e Velhas Histórias são destaque desse trabalho. Uma nova atitude que traduz a essência de um compositor sempre antenado com o presente."
Faixas 1. Lembranças do Futuro
March 11, 2007 07:01 PM PDT
Antes de repetir a turnê Europa / Ásia, o "galego" lança em SP o DVD do disco ( ganhador do prêmio TIM) CABEÇA ELÉTRICA / CORAÇÃO ACÚSTICO, dia 31 de março. Quem ainda não viu o show ( ano passado ele esteve no RJ e em SP lançando o disco) deve aproveitar pq Silvério é único! Carismático, consegue equilibrar a modernidade e a tradição num trabalho que consegue apaixonar múltiplas gerações. Minha filha traduziu o que é Silvério: Jackson do Pandeiro reencarnado no Rogério Skylab. Mas ainda é pouco: tem que ir conferir! E se apaixonar!!!
Na rede, no ar, na estrada: o NOVO BLOG DO SÁ!
March 11, 2007 06:39 PM PDT
Notícias fresquinhas, fotos, poesias, crônicas, tudo do Sá pelo Sá: CADERNOS DE VIAGEM http://luizcarlossa.blogspot.com "A Nova Estrela " no Canal Brasil
March 09, 2007 05:56 PM PST
CURTA NA TELA:CLÁSSICOS- INÉDITO
A Nova Estrela é um curta de André Adler, proibido pela ditadura por anos, foi recuperado e no YouTube alcançou sucesso, possibilitando sua mostra a (talvez) outro público através da Tv à Cabo ( Canal Brasil), 35 anos depois da sua produção.
Foto: Zé Rodrix e Claudinha Sá & Guarabyra Ao Vivo com Orquestra Sinfônica de Americana
February 06, 2007 04:17 PM PST
Ficha técnica:
Faixas
capa original do disco ( ainda disponível em catálogo)
February 06, 2007 09:31 AM PST
Atendendo à pedidos, aí vai novamente o link para baixar FOOT ON THE ROAD (1995): http://rapidshare.com/files/15212673/_1994__Foot_On_The_Road.rar.html Pra ouvir: Foot On the Road ( Pé na estrada)
February 05, 2007 03:17 PM PST
O italianíssimo Giovanni era de costume uma pessoa calma e bonachona. Raramente deixava transparecer aquela intensidade emocional que a gente acha ser comum a todos os habitantes da Grande Bota. Talvez ele fosse do norte, sei lá, ou quem sabe ele preferia fazer o gênero cool, que decerto seria mais condizente com um dono de boate naquela conturbada Brasília de 1967. Nossa capital federal, em seu sexto ano de existência, era uma coisa bem esquisita: atolada na poeira vermelha que entrava pelas narinas e roupas, parecia ter sido cuidadosamente deixada ali no cerrado por um Deus cansado de carregá-la nas costas. Mas como todo faroeste que se preza, Brasília era também fascinante e - atraído por esse fascínio - lá estava eu, sentado numa banqueta do palco da Cave des Rois (a boate do Giovanni) ensaiando com meu parceiro, o tecladista e arranjador Paulinho Machado, uma nova música pra colocar no show que fazíamos de terça a domingo com Beco na bateria, e... quem no baixo, meu Deus, faz tanto tempo! Dividiam o palco conosco dois cantores: a Glória, uma mulata suingadésima e o Ney, um rapaz tímido de voz estranha e carismática, que o Brasil consagraria alguns anos mais tarde com o sobrenome Matogrosso. Não entendi o porquê da súbita e esbaforida entrada do normalmente discreto Giovanni, interrompendo o ensaio aos gritos e acenos. Parando em frente ao palco, o italiano tomou fôlego e despejou: -Sá, você tem que se mandar daqui. Comecei a abrir a boca, atônito, mas ele não me deu tempo e continuou: - Sabe aqueles dois rapazes de terno que sentaram na mesa do meio ontem? – agitado, ele sacudia o dedo na direção da tal mesa. - Eu vi. Os caras não bateram palmas nenhuma vez, por isso reparei neles. - Pois é, catso! Eles eram do DOPS! Ah, o famigerado Departamento de Ordem Política e Social, os censores da ditadura. Os porões, as prisões, as torturas... - Do DOPS! – exclamamos eu e Paulinho, em uníssono. No show da noite anterior tínhamos estado particularmente empolgados e soltáramos os cachorros no golpe militar. Eu despejara boa parte do meu repertório de canções “de protesto”. O público em geral fora ao delírio, mas eu me lembrava bem dos dois mauricinhos estáticos tomando seus uísques sem mover um músculo que não os da boca. - Mas como... - Tenho gente lá dentro – respondeu Giovanni antecipando minha pergunta - Como é que você acha que a gente pode ser dono de boate nesta cidade? Fez uma pausa dramática, desta vez bem italiana do sul, e quase sussurrou: - Eles vêm atrás do Sá aqui hoje à noite. Vão esperar ele cantar aquela música do cangaceiro... - Atrás só do Sá... e nós? Perguntou Paulinho - Foi uma música aí de cangaceiro que o Sá cantou que deixou os caras irados! - A “Cantiga Cabra do Cão” – murmurei. Era uma parceria minha com Chico de Assis de letra particularmente virulenta... - Isso! Aí vão te levar em cana. Suei frio. DOPS em Brasília era coisa feia. Começamos imediatamente a fazer os planos para a minha retirada. Era uma da tarde. Rodoviária já! Giovanni nos levou ao apartamento do Paulinho, onde eu estava hospedado. Arrumei a mala em tempo recorde. Antes das duas já estávamos na rodoviária. Mas havia alguma coisa estranha no ar. As pessoas se acotovelavam à boca dos guichês, discutindo e gesticulando. Cheguei mais perto e perguntei a um senhor de óculos que parecia angustiado com alguma coisa: - O que é que está havendo? - Não tem nada saindo pra lugar nenhum – falou ele – A chuva acabou com um monte de estrada por aí. Tem barreira caindo, cidade sendo inundada, rio transbordando... Um caos total! Lembrei-me das notícias que eu lera no jornal da véspera. Tragédias no Rio. Inundações em Minas. Mas eu não previra que as coisas fossem chegar naquele ponto. - Pra lugar nenhum mesmo? - Bom pra umas cidades aqui perto ainda vai... Mas pra Rio, São Paulo e BH não sai nada. Olhei pro Paulinho, desanimado. Giovanni foi rápido: - Já pro Aeroporto! Isso dito, isso feito. Lá nos fomos. Mas no Aeroporto o caos era idêntico. Em 67, no Brasil, avião com radar ainda era uma certa exceção. Com o tempo péssimo nas capitais do sudeste, os vôos estavam sem previsão de partida. E mesmo que saíssem, com a confusão nas estradas, já estavam todos lotados pelos próximos dias. Saí do meio daquela muvuca e fui sentar, já pensando em pegar um táxi pra Goiânia só pra me livrar da amável visita que os dois amiguinhos de terno certamente quereriam me fazer. Rolava uma conversa entre dois sujeitos ao meu lado que me chamou a atenção: - Não posso ficar aqui parado não, rapá! – dizia o mais afobado, gordinho, meio careca, com a cara avermelhada e um inconfundível sotaque carioca. - Mas vamos sair de que jeito? – respondeu o outro, magrelo, alto e bigodudo, de terno sem gravata. Pareciam uma versão cabocla de Laurel & Hardy. - Já te falei. Vamos de carro. A gente passa por Goiânia, sai pelo interior de São Paulo, entra em Campinas, corta pela Dom Pedro e já sai depois de Jacareí. A Dutra só não dá passagem perto de São Paulo. De Jacareí em diante já vamos direto pro Rio. - São o quê... quase dois mil quilômetros! Eu não dirijo. Como é que você vai segurar essa onda tendo que estar no Rio amanhã à noite? Antes que eu pudesse detê-la, minha pessoa já estava de pé em frente ao gordinho despejando duzentos argumentos por segundo a favor da minha imprescindível presença naquele plano deles: eu dirigia, eu rachava a gasolina, eu tinha que estar no Rio na noite seguinte (mentiiiiira!), eu era o máximo, eu isso, eu aquilo. Gordo e Magro dobraram-se à minha imodesta enxurrada. Meia hora depois eu me despedia de Paulinho e Giovanni, deixando abraços pra banda, Ney e Glória e embarcava no Aero Willys do gordinho. O que seria um Aero-Willys? – pergunta você, a não ser que tenha boa memória ancestral ou seja um fanático colecionador de velharias nacionais automotivas. O Aero-Willys era um dos primeiros carros fabricados por aqui. Queixo-duro, motor de jipe, banco inteiriço na frente, três marchas na coluna de direção, ruim de curva... carro de tio! O Gordinho saiu pilotando, comigo ao lado e com o Magro e um outro caroneiro de última hora atrás. Nos primeiros duzentos quilômetros, Gordinho já cabeceava. Assumi a barca debaixo de tempestade. O Aero bailava como uma dançarina tailandesa, aquaplanando à vontade nas intermináveis baixadas goianas. A noite fechou e visto que o Gordo, o Magro e o outro carona roncavam com os anjos, continuei na pilotagem. Quando a manhã chegou já estávamos no estado de São Paulo. O Aero arfava, exausto, mas eu não lhe dava trégua: pé no fundo o tempo todo. Paramos num posto pra abastecer e a turma acordou. Gordinho pegou o volante e saiu fazendo aquilo que eu chamo de “ultrapassagens de cadáver”. Enxergasse ou não, ele mandava bala. Duzentos outros quilômetros depois do posto pedi arrego: - Deixa que eu levo... Gordinho não se fez de rogado: passou pro banco de trás, pôs o Magro pra frente e partiu direto pra sua terceira fase de meditação astral, morto para este mundo. O Magro desandou a falar e me manteve acordado. Aí vimos o aviso na placa: “pedágio a 500 metros ”. - Tem troco aí? – perguntei ao Magro. - Troco? - É, pra pagar o pedágio. - Vedágio? Me veio a luz. O Magro não sabia o que era pedágio. Aliás, pedágio no Brasil em 67 só mesmo ali na Anhanguera. Expliquei o caso pra ele, que puxou umas moedas do bolso. Peguei as moedas, abri o vidro, reduzi pra segunda e pisei no freio. Lembro até hoje da cara perplexa do caixa ao ver aquele Aero-Willys passando direto com o motorista tentando inutilmente atirar as moedas pra dentro da cabine. Meu pé foi até o fundo e o freio... nada! Aí percebi que tinha deixado acionado o freio de mão. Explico: nesses carros velhos o circuito era único. Se você esquecia o freio de mão puxado, o de pé acabava. E lá fui eu, reduzindo no tempo que nem louco naquele queixo-duro miserável. Parei uns cem metros adiante, vendo a patrulha rodoviária chegar pelo retrovisor. Tudo explicado, pedágio pago, seguimos em frente. O episódio não abalou em nada a paz absoluta do Gordinho, que seguiu roncando e – graças a São Cristóvão – não fez menção de querer dirigir. Seguimos eu e o Magro em interminável conversa até um Rio de Janeiro completamente arrasado por chuvas e enchentes. Eles me deixaram na porta de casa e nos juramos amizade eterna em honra de nossa aventura. Jamais reencontrei o Gordo, o Magro ou o carona, de quem sequer o nome eu soube. Mas sabe Deus do que eles e aquele improvável Aero-Willys me livraram a cara... Crônica publicada na revista Backstage **Em breve o Blog do Sá!!** *****
January 23, 2007 11:12 AM PST
Tavito faz anos e convida a todos a partilhar a sua felicidade de viver pra cantar: "Olhaeee, moçadíssima. Sexta-feira haverá um showfestança pra comemorar mais um de meus incontáveis aniversários, no Villaggio Café, aprazível Barante (bar + restaurante) que fica na Praça Dom Orione, 298, na bela Belavista, aquela das cantinas pecaminosas, repletas de macarrões e pernas de cabrito. Haverá convidados - inúmeros - de surpresa, que é para afoguear o espetáculo, enquanto a galera descansa as orelhas de minha voz, roufenha e tosca. Vai ser bacana, o lugar é ótimo e tem precinhos assim, ó, pequeninos e convidativos. Comigo estarão, como é de praxe, o guitarrista multidedos Nando Lee e o percuteiro maluco Fábio Schmidt, arrebentando cordas e couros sem dó. Ah, vale reservar - o local é confortável, mas não é grande. O telefa de lá é 3251.3730. Beijo pra quem é de beijo e abraço pra quem é de abraço / Tav " Zé Rodrix no Claro Q É Rock - Multishow
November 20, 2006 02:34 AM PST
Meu "faro" pro Mestre é incrível e zappeando às 7 da manhã, pra acordar, o encontro no programa do Frejat "CLARO Q É ROCK" . Canal Multishow da Globosat, repeteco dias 20 às 15:30 e dia 25 às 17:30.
SILVÉRIO PESSOA no Rio de Janeiro
November 13, 2006 05:11 PM PST
Um fds 100% pernambucano: sábado show no Circo Voador divulgando o Carnaval Multicultural de Recife, com direito à presença do Prefeito ( oxi vontade de lhe lascar um abraço!!!) e do recém eleito Governador Eduardo ( oxi vontade de lhe lascar um beijo!!!...rs). Frevo doido até às 4 e meia da manhã! Com Lula Queiroga, Spok Orquestra de Frevo, Lenine, Otto, Lirinha( do Cordel), Silvério Pessoa, Alceu Valença, Yuri Queiroga, tanta gente boa!!! Caboclinhos 7 Flechas, Maracatú Estrela Brilhante, Catirina e seu marido recepcionando so brincantes!!!!
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Na mesa com o Gut!
November 10, 2006 06:42 AM PST
Comunicado importante da Adelaide: "Güt, o restaurante do Gut
Endereço: Rua Custódio Alves Barreto, 69. Pegando a estrada Caraguatatuba-Ubatuba, entrar logo depois do Km 69, na Praia Dura, e seguir as setas da Pousada Refúgio do Corsário. Ao terminar esta estradinha, já está na Fortaleza, bem no ponto final do ônibus Fortaleza-Ubatuba (é a única linha). A rua do restaurante começa aí, na praça do ponto final do ônibus e o Güt está a cerca de 100 metros. Vai ter réveillon lá. Reservas com Erika, pelo tel.: (12) 3848-2322" Güt quer dizer bom, lembra "gout" ( gosto) e não deixa de ser o apelido do "lindo" ( sem levar em conta o trema e os sotaques...rs).
Mombojó na hora da verdade ( O Globo)
October 30, 2006 05:22 AM PST
Ao abrir (pontualmente) o palco Stage na noite do sábado, o Mombojó, que há dois anos era apontado como uma promessa, pôde mostrar que se tornou uma banda de verdade. Num show inspirado - que teve o repertório balanceado entre os dois discos do grupo - os meninos de Recife mostram que amadurecem a cada apresentação. Os integrantes, assim como 80% do público que enchia a tenda durante o show, saíram há pouco tempo da adolescência, e os "mombojovens" sabem se aproveitar da juventude para dar uma lufada de ar fresco na música pop que se faz no Brasil. O descompromisso da banda de seguir algum gênero pré-estabelecido é uma de suas maiores virtudes. Eles podem passar da quase-bossa "Merda" para a porrada-rock de "Faaca" sem perder o embalo do show ou a identidade do grupo. Sem vergonha nenhuma, eles inserem elementos de funk melody em "Pára-quedas", de Jovem Guarda em "Adelaide", ou uma base brega em "Swinga", por exemplo. A performance de "Swinga", aliás, marcou no palco a anarquia musical a que se propõe o Mombojó. No meio do refrão, o tecladista Chiquinho soltou a base da música e saiu do palco, acompanhado pelo flautista Rafael, enquanto o baixista Samuel tomava uma cerveja e o vocalista Felipe S. dançava em cima da caixa de som. Brincadeira juvenil com atitude rock'n'roll. No fim do show, mesmo os que (ainda?) não conheciam a banda se renderam à sempre catártica "Deixe-se acreditar" e seu refrão-chiclete do bem "Tudo pode ser, nada vai acontecer, não tema: esse é o reino da alegria". Confira o set list: 1 - Discurso burocrático / A missa
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October 25, 2006 04:02 AM PDT
"Amigos, nesta quinta, dia 26 de outubro, às nove da night, estarei entoando minhas cançonetas no Villaggio Café, agradabilíssimo estabelecimento sito (!?) à Praça D. Orione, 298, Bela Vista, Sumpaulo, terra da garoa, oh que terra boa que me recebeu com tanto afeto e carinho. Não fosse pelas canções, que são realmente bacanas (dizem), que seja pela qualidade dos convidados confirmados (o fogoso Zé Rodrix e a canora Adriana Dre) e dos não confirmados (Paul McCartney, Bono Vox, Sheryl Crow, Elton John e Diana Krall, apresentados pela bela e enorme Angelina Jolie e seu ex, o louroazedo Brad). A banda oficial, Ananeu & os Precários, não se apresentará desta vez - mandando como "sub" dois de seus principais componentes, o guitarrista multidedos Nando Lee e o percuteiro maluco Fábio Schmidt, o alquimista dos couros, xiques e badalos. Tudo isso para atraí-los, ó amigos queridos, para que se deixem mergulhar de cabeça num mundo mágico de sonoridades um tanto ultrapassadas - visto que contém harmonia, melodia e poesia presentes o tempo todo - mas ainda válidas e pujantes de energia. Recomendo que cheguem cedo; o lugar é ótimo, serve comidinhas suculentas e bebida honesta a precinhos sumários, mas não é grande. Mas sosseguem, há espaço suficiente para todos os que quiserem, por duas horinhas, sublimar o bate-estaca infame de Inácio e seus Geraldos, aquela horrível banda que está todo o tempo nas TVs e nas rádios a nos castigar os ouvidos com suas canções de tragédia. O couvert é de apenas doze merréis per capta, dinheirinho abençoado para nós outros, artistas de fé e de plantão, ganho com com o que temos de melhor a oferecer: nossa arte, que é, como todos sabem, a mais autêntica expressão da liberdade. Falei, disse, escrevi e espero cês lá... beijos a todos/as / Tav " Foto: Tavito no show do Centro Cultural ( junho/2006) Pra escutar : Tavito - Jeito de Viver ( Sá / Guarabyra) Rio Consagra MOMBOJÓ
October 24, 2006 01:38 PM PDT
O primeiro disco do Mombojó se chamava "Nadadenovo". Uma ironia, porque a banda de Recife, que se apresenta sábado no Tim Festival, é justamente uma das novidades mais agradáveis da atual geração, misturando rock, samba, jazz, eletrônica... Agora no novo CD, mais uma provocação. Na música de trabalho, eles cantam: "Não quero ser o mais vendido". - Claro que queremos vender. O que a gente não deseja é vender a qualquer custo. A música tem que vir em primeiro lugar - explica o trompetista e violonista Marcello Campello. A prova de que Campello, Felipe S. (voz), Marcelo Machado (guitarra), Vicente Machado (bateria), Samuel (baixo), Chiquinho (teclado e sampler) e Rafa (flauta) estão se despedindo da cena independente é a mudança para São Paulo, marcada para o ano que vem. - Lá vai aumentar a possibilidade de circular pelo interior e ampliar nosso público - diz Campello. Certos hábitos, porém, não se abandonam. "Homem-espuma" está sendo lançado pela gravadora Trama, mas, como o primeiro CD, pode ser baixado de graça no site (www.mombojo.com.br). - A internet foi uma excelente ferramenta de divulgação que encontramos - opina Felipe S. Graças à rede e ao boca-a-boca, que aumenta a cada show, nas apresentações do Mombojó é normal ver o público cantando junto todas as músicas. Nada que se compare - por enquanto - ao sucesso da Del Rey. Na bem-sucedida banda paralela, que ajuda a pagar as contas, o repertório é exclusivamente de covers de Roberto Carlos. - Em Recife, o Mombojó se apresenta a cada seis meses. A Del Rey toca toda semana. Fazemos shows em aniversário de 15 anos, casamento, formatura... - conta Felipe. A música que dá nome ao novo CD surgiu em 2004, depois de um grave acidente de carro quase tirar Marcello Campello de cena. "’Homem-espuma’ fala da efemeridade da vida. Num dia você está vivo. No outro, morre. Vira espuma. Meu acidente deixou todo mundo chocado. Felipe fez a música nesse clima. Eu me identifico muito com ela", diz Campello. Constantemente comparado ao Los Hermanos, o Mombojó cultiva uma admiração artística e profissional pelos cariocas. "Eles estão bem sem forçar a barra. Nem todo mundo age assim. O D2, por exemplo, está crescendo. Mas eu já vi um show dele em São Paulo num lugar enorme em que só foram 400 pessoas. Isso é dar um passo maior do que a perna", alfineta Felipe S. O Mombojó se apresenta, às 23h, no sábado, na Marina da Glória, abrindo para Patti Smith e Yeah Yeah Yeahs. O ingresso custa salgados R$120. (por Herica Marmo do Jornal Extra/RJ) Pra ouvir: O Mais Vendido
October 15, 2006 01:17 PM PDT
Que fã sou eu que já ia esquecendo do seu aniversário??? Retornando do cinema onde fomos ver Wood & Stock, Sexo, orégano e rock'n'roll, lembrei da data de hoje: ANIVERSÁRIO DO DR. PEREIRA ( como o R. adorou isso...rs...só o chama assim)!
De presente, para escutar: Só tem amor ( Campanha da Pepsi inesquecível!) LÔ BORGES de A a Z
October 15, 2006 08:35 AM PDT
LÔ BORGES
A - Alunar
B - The Beavers
C - Crosby, Stills, Nash & Young
D – Drogas
E – Ela
F – Meu Filme
G – João Gilberto
H – Hippie
I – Internet
J – Jeep
L - Lennon & McCartney
M – Museu da Loucura
N – Nuvem Cigana
O – Os Borges
P – Patinete
Q – Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor
R - Radar Tantã
S - Stereolab
T – Tênis
U – Uakti
V – A Via Láctea
X – Esquina
Z – Zé Rodrix
Harmonia no S. Anália Franco
October 10, 2006 05:20 PM PDT
A Marlene estava guardando essa preciosidade no seu cel por 2 meses!
October 10, 2006 02:17 PM PDT
Data: Terça-feira, 24 de Outubro de 2006
Detalhes:
Foto: Show do SESC/Itaquera/SP ( agosto/2006)
Pra escutar: Agua Corrente (do Pirão de Peixe com Pimenta) NOVIDADES DE GUARABYRA (Entrevista hoje na TV Gazeta)
October 06, 2006 09:53 AM PDT
No programa Todo Seu, de Ronnie Von, TV Gazeta, de 22:00 às 24:00h. Pela Net, em São Paulo, Canal 11. Pela Directv, no Brasil, Canal 225. Ou via satélite, na freqüência 1040-H. As novidades são sobre o novo CD solo e a mudança de ares que irá promover ao seguir de malas, bagagens, Pc e violão pro litoral paulista, onde pretende se radicar, abrir um restaurante, escrever livros, finalizar canções, etc( os dois últimos são por minha conta e risco!).
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October 03, 2006 05:11 PM PDT
Vocês devem estar estranhando o título, mas esse é o nome do Samba Enredo ( acho que o primeiro e único), composto pelo Luiz Carlos Sá ( e Paulinho Machado). Essa pérola foi a Pi que achou, e o Juarez Pinheiro traz a estória atrás do samba: “"Noruega, Gelo e Alegria", na estrutura, é um samba-enredo. Mas na verdade foi uma brincadeira do Luis Carlos Sá. Não sei se a versão que ouvi da história está correta, mas parece que um diplomata gaiato, que percebeu a brincadeira, comentou ao cônsul/embaixador da Noruega. Este, ao tomar conhecimento da "homenagem", teria procurado o "Doutor Pereira" para agradecer em nome do povo de seu país. O "Bom Doutor", ao se ver nessa sinuca, teve de fazer as maiores contorções para explicar o espírito da música. Por sorte era dotado de senso de humor o norueguês, tendo entendido direitinho, e contraído uma bela amizade com o "Bom Doutor". Diz a lenda que esse encontro gerou boas gargalhadas e acarretou no consumo de boas doses da melhor vodca....finlandesa. Se não foi bem assim que aconteceu, publique-se a versão.” Aí vai, para apreciação de todos: "Noruega, gelo e alegria” ( Umas e Outras) Sá & Guarabyra em EnCONTROS NOVA BRASIL FM
September 29, 2006 12:19 PM PDT
Sá e Guarabyra e Kleyton & Kledir estarão no ENCONTROS NOVA BRASIL FM, domingo das 16h00/17h30, e o melhor é que dá para acompanhar pela net!!! Rádio Nova Brasil FM 97,7 O site é http://www.novabrasilfm.com.br/ Bem Vindo, Diogo Sá!
September 24, 2006 06:13 PM PDT
Nasceu hoje, dia 24 de setembro de 2006( 2º de Tishrei de 5767), às 10:20h de uma linda manhã libriana, em Belo Horizonte, com 3,800 gr e 48 cm, o cabeludo Diogo Sá.
Pai, mãe e bebê passam bem. (Palavras de Adelaide do Julinho) Que Diogo venha carregado de bençãos, juntinho ao ano novo ( Rosh Hashaná), e ao início da primavera, que sua vida seja doce, criativa, abençoada! É o desejo desse blog e dos fans!! Homem de Neanderthal
September 19, 2006 03:14 PM PDT
Este é o mês do Sá, mesmo! Há menos de 30 dias do aniversário, um presente dos céus chegando, tudo perfeito...esperamos!
September 11, 2006 05:19 PM PDT
Consegui esse música hoje e a paixão foi imediata: tinha que colocar aqui, fazendo par com o texto do Sá que acabei de ler essa semana. Tudo estalando de novo! Divirtam-se: Episódio 1 – O Banco
No fim desse mesmo ano passei no vestibular de Direito, o que abrandou a angústia materna. Mas achei a faculdade uma droga. Só o que me compensava era sair depois da aula com meus novos amigos, Gustavo e Jorginho, para fazer a mesma coisa que fazia no tempo de colégio: farra. Agora, as aulas eram noturnas e eu já tinha carro. Demorou! Vendo que eu “não tomava jeito” nem com a perspectiva de um futuro bacharelado, mamãe se apavorou e apelou com meu pai: -Sílvio, você tem que dar um jeito nesse menino! Um emprego! Pressionado, meu pai cedeu e descolou uma entrevista num banco do centro da cidade. Meu pai era uma pessoa que persuadia no papo: não consegui escapar. Fiz a entrevista e como estava “altamente recomendado”, fui efetivado no banco. A barra ia pesar: trabalhar de meio dia às seis, comer rapidinho e sair direto pra Faculdade Candido Mendes, ali na praça XV Até hoje me lembro do meu primeiro dia de “trabalho”, conforme definia minha mãe que nunca acreditou em nenhum emprego que não tenha marcação de ponto: Fui designado para o Departamento de Compensação, na sobreloja do prédio, que ficava ao lado da Galeria dos Empregados do Comércio, na Avenida Rio Branco, Rio. Era uma sala escura e comprida, com uma confusão de gente e telefones. Minha função era conferir os códigos dos cheques de outras praças. No começo achei até divertido: falava com o Brasil inteiro, as recepcionistas eram charmosas e o meu chefe era uma figura folclórica, de suspensórios, que sempre nos policiava com um olhar grave. Isso provocava em nós, funcionários, crises incontroláveis de riso quando ele, seu Aristides, esticava os suspensórios até o máximo e os deixava estalar de volta na imensa barriga: - Ele gosta é de apanhar! – dizia o Sérgio ao meu lado - Que nada! – retrucava Lurdes, loura de olhos muito azuis que levantava a galera só na passagem - ele gosta é de bater! No meio disso tudo o que realmente me intrigava era uma sala envidraçada que ficava ao fundo da nossa extensa galeria, com um cara solitário que aparecia de vez em quando. Ninguém ao certo sabia quem ele era ou o que fazia: - É gente do Sindicato! (falava o Paulinho, um magrelo de Vila Isabel) e nele ninguém põe a mão. Nesse entretempo, para relativo desgosto materno, a carreira musical só fazia progredir: minha amiga Luhli fora contratada pela Philips e, produzida por João Araújo e João Mello, gravara três músicas minhas, das quais uma, “Baleiro”, já começava a tocar nas rádios. Como se isso não bastasse, meu companheiro tijucano de esbórnia, Máriozinho Pires, filho do médico da EMI – Odeon, me apresentara a Milton Miranda, diretor artístico da gravadora. Milton se amarrou nas minhas músicas e em menos de um ano eu tinha hits nas rádios, cantados por Pery Ribeiro, Rosa Maria (hoje Colyn), MPB4 e Nara Leão. O primeiro grande sucesso foi com Pery, quando eu ainda estava no Banco. “Giramundo” tocava dia e noite no Brasil inteiro. Numa bela tarde, seu Aristides me chamou, esticando os inevitáveis suspensórios: Tem um sujeito aí querendo falar com você. Espantei-me. Quem iria me procurar naquela cloaca? -Você tem quinze minutos. Vou descontar do seu tempo de lanche. Saí e fui até a ponta da galeria, de frente pra tal sala envidraçada, onde me esperava um cara meio gorducho, de terno e gravata desarrumados: - Prazer. Sou Aloísio Santana, da Editora Vitale. Nós estamos interessados em editar suas músicas. De repente, pelo canto do olho, percebi que o Homem do Sindicato, lá na sala envidraçada, se levantava. Desviei o olhar do Aloísio e olhei pro cara, um magrelo alto de olhos claros e cabelo escorrido que me acenava um frenético “não”. Espantado pela reação do sujeito, hesitei: - Ah... Não sei... Aloísio me pareceu perplexo. Eu havia reagido intuitivamente à energia do cara da sala envidraçada. Não tinha uma idéia muito exata do que significava editar músicas e resolvera obedecer aos gestos de uma pessoa que parecia entender o que estava acontecendo ali do lado de fora. E o cara continuava a fazer gestos, sinalizando pra que eu mandasse o Aloísio embora. Foi o que fiz. - Olha, eu tenho que trabalhar... Dá pra você voltar depois do expediente? Aloísio concordou, decepcionado, e saiu. O sujeito da sala envidraçada abriu sua sagrada porta e veio ao meu encontro:
Fiquei besta. Quem era eu como? Ele insistiu: - Se o Aloísio Vaca Brava veio te procurar, você é compositor. Eu também sou. Sou o Durval Ferreira, você já ouviu falar de mim? Durval Ferreira! Um de meus ídolos bossanovísticos! Autor de “Chuva”, “São Salvador”, “Batida Diferente” e outros clássicos instrumentais da bossa nova que eu tentava – e nem sempre conseguia - tocar! Guitarrista que tinha inventado metade das levadas que eu tentava e – mais uma vez, nem sempre conseguia - imitar! Não acreditei: - Nossa... Durval! Cara, curto demais suas músicas... Aquela batida... Ele descartou rapidamente a tietagem: - Mas me conte. O que é que o doido do Vaca Brava quer contigo? A custo consegui dizer quem eu era e falar das minhas músicas. - “Giramundo” é seu? – ele gargalhou – não é à tôa que eles estão atrás de você! Em menos de uma hora, sob o distante mas persistente e perturbador olhar do seu Aristides, Durval explicou-me o complicado mecanismo das edições musicais e me aconselhou a pedir oitocentas pratas pela edição. Fiquei branco. Eram dez salários meus da época. - Pode pedir que ele vai te dar.
- Aí, Vaca Brava, pensou que ia se dar bem? É meu peixe... Terminamos a noite os três tomando todas num bar da Cinelandia, às custas da Vitale. Uns dias depois, descontado o cheque, pedi demissão do Banco e cheguei em casa cheio de marra, dinheiro ao vivo na mão. E diante dos olhos arregalados de minha mãe e do mal disfarçado sorriso orgulhoso do meu pai, lasquei: - Pai, mãe, agora sim eu sou compositor. Profissional! Pena que dali em diante nunca mais foi tão moleza...
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Foto: Show do Trio no Shopping Anália Franco(SP), dia 27/08/2006
Discografia do Toninho Horta
August 10, 2006 03:13 PM PDT
Essa fiz bem rapidinho, em retribuição à alguém, e ficou tão boa que resolvi publicar: Como os links foram recolhidos por aí ( grata, Felício!), e na maioria não testados por mim, se não estiverem funcionado os links, basta deixar um recadinho. Disco Beto Guedes, Novelli, Toninho e Danilo Caymi (“do banheiro”)
1979 Terra Dos Pássaros (True Space)
1980 Toninho Horta(EMI)
1989 Moonstone( Polydor )
1989 Diamond Land (Verve/Forecast )
1989 Toninho Horta & Flávio Venturini: No Circo Voador (Dubas )
1992 Once I Loved (Polygram )
1993 Durango Kid (Big World)
1994 QUALQUER CANÇÃO CHICO BUARQUE
1995 Durango Kid, Vol. 2( Big World )
1995 Foot on the Road (Polygram)
1996 Sem Você: Toninho Horta & Joyce Collegium
1997 Toninho Horta & Flávio Venturini (Dubas)
1997 From Belô to Seoul (True Space )
1998 From Ton to Tom (Independente)
1999 - Nicola Stilo & Toninho Horta (via veneto)
2000 Serenade (Truspace )
2000 Quadros Modernos (Independente)
2004 - Com o pé no forró
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August 10, 2006 09:07 AM PDT
Mais novidades do Zé Rodrix ( o homem tá igual ao funk “não pára, não pára, não pára , não!!!”): 1. Peça do Zé Rodrix ( e Miguel Paiva ) estréia no RJ LAVANDERIA BRASIL Escrita por Miguel Paiva e Zé Rodrix, a comédia que estreou no Teatro dos Grandes Atores faz uma crítica social por meio da história de um casal em crise financeira porque o marido não recorre a falcatruas. Paula Burlamaqui, Felipe Camargo, Marcos Breda e Marília Medina formam o elenco. Teatro dos Grandes Atores
2. SUCATA DE LUXO A banda fez show ontem com participações especiais do Zé Rodrix, do Carlos Malta e do Alex Góes. Muuuuuuuuuito gostoso o som da banda, swingado, o que está sendo rotulado de "samba funk"! Pra ter uma idéia gravaram com a Vitória Régia, a (ex)banda do Tim Maia. Não posso negar que fiquei curiossísima para conhecer o baterista: matemático PHD, professor apaixonado e compulsivo, e que desenvolve um método de estudo da matemática para deficientes visuais através de sons e ritmos, chamado “drummath” ( que sintomaticamente é matemática, em inglês, e parte do seu nome). Como resistir à isso????????
3. Por último, mas não menos importante: Show do Sá, Rodrix e Guarabyra, dia 13/08/06 em Itaquera/SP ( SESC ITAQUERA) às 15 hrs.
FELIZ DIA DOS PAIS para o trio, particularmente para o Sá! Toninho Horta & Rudi Berger
August 09, 2006 08:05 PM PDT
Devo estar na TPM, mas música boa me dá vontade de chorar mesmo! E foi o que aconteceu ontem...como é genial o Toninho!!! E a Lena , e o Yury, e todos os outros...e o prazer de conhecer o Rudi Berger (admito minhas limitações: violinista em jazz, parei no Stephany Grapelli e no Jean Luc Ponty , ambos há quase 30 anos atrás). Como é que ele vivia no Brasil e eu não o conhecia????? Toninho Horta & Rudi Berger
Pra ouvir:
August 09, 2006 07:55 PM PDT
Ama seu vizinho como a ti mesmo, foi feita quando os três dividiam um apartamento ( acho que estava mais para comunidade) em Ipanema. Devia ser igual à comuna do Sérgio e da Carmem Cynira, um entra e sai de “parceiros” dividindo sofás, geladeiras, colchões e pq não...roupas. O que a “história” conta é que o pobre do vizinho homenageado era o Domingos de Oliveira, e certamente entre as crianças citadas está a Maria Mariana, tadinha! Aqui eu dedico essa canção aos meus pobres nobres vizinhos, Sura Berditchevsky e Othon Bastos, e os plebeus tb, como a Paula e meu odioso síndico, afinal o movimento aqui só morre por algumas poucas horas, quando o sono silencia a todos!
Ama teu Vizinho
August 01, 2006 11:13 AM PDT
O Sá é um compositor prolífico, e a cada descoberta me espanto...tanto quanto um adolescente explorando seu trabalho.
1. Inaiá/Rei do quilombo (1966) RCA Compacto simples
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Prêmio Tim
July 29, 2006 08:09 PM PDT
Prêmio Tim recheadinho de delícias: ( indicados em diversas categorias, sem nenhuma ordem) 1. Spock Orquestra de Frevo (`Premiado)
Pra animar, Silvério Pessoa no clipe da música "Nas Terras da Gente" ATENÇÃO SP: Show do Zé Rodrix ( comediante) hoje (29/07)!!!!
July 29, 2006 06:23 AM PDT
Mais uma faceta do Mestre ( repasso o convite ): Amigos:
July 28, 2006 03:01 PM PDT
9 O paraíso agora (1984)
1.Capitão Meia-noite (Luiz Carlos Sá - Guarabyra)
http://rapidshare.com/files/161140/Paraiso_Agora.rar.html
Pra escutar : Paraíso Agora SHOW Sá, Rodrix & Guarabyra em Sampa!
July 27, 2006 02:46 PM PDT
Contagem regressiva para o show , faltam 17 dias! (ainda 17????)
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Foto : Sá, Rodrix & Guarabyra no show do Festival de Mariana 2006
July 26, 2006 09:48 AM PDT
Tantos dias e tantas coisas acontecendo...shows pelo Brasil , e eu vendo pingüim surfar na minha frente! Sério! Veio descendo a onda quando me viu reverteu e voltou novamente a descer na outra. Entre uma e outra ia nadando veloz e alegremente de um lado a outro . Nem comento da temperatura da água, ninguém merece...ai, queria que Pernambuco fosse ali...
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Nome científico: Spheniscus magellanicus;
*************** canção:
Quero ir prá casa,
Thururu hei, areia na varanda,
Já chegou prá mim
Thururu hei, areia na varanda,
Espanhola
July 18, 2006 11:31 AM PDT
Esse vídeo reúne 3 paixões: Guarabyra, Beto Guedes e Flávio Venturini.
Veja bem: a gente luta uma vida toda como músico pra ter uma música reconhecida. Mas eu acho estranho, também, quando um músico chega e se recusa... O Flávio, por exemplo, autor de “Espanhola” com o Guarabyra, o Flávio não gosta de tocar “Espanhola”. Ele não gosta! Ele não gosta, mesmo... Ele toca comigo, quando eu tô, às vezes, fazendo algum show com ele, porque a gente toca de uma outra maneira. Mas, com as bandas que normalmente o acompanham, que não tem esse... ele fala que esse “6 por 8 mineiro” é meio difícil de tocar... Só quem é da terra é que sabe fazer... Aí, então, ele reclama... Ele não gosta de tocar... A última vez eu vi a platéia... Foi até estranho... Desde a primeira hora em que ele pisou no palco, o pessoal gritava, pedindo “Espanhola”... Aí, chegou lá pela décima-quinta música, ele pegou e falou assim: “Olha, gente... A Espanhola, da última vez em que eu a vi... Ela tava no alto do World Trade Center... No dia 11 (de setembro de 2001)...” Fonte:http://www.programapainel.com.br/entrevista/entrevista_mostra.php?id=7 Com vcs, ao vídeo registrando esse raro momento!! Agora é a vez de Brasília receber o show do Zé Rodrix & Tavito!!!!
July 17, 2006 02:36 PM PDT
Como sempre, reproduzo as palavras ágeis do Tavito ( ler esse convite é forma de deixar esse show ainda mais saboroso): Vejam só. Estamos acontecendo, moçada. Depois de lotarem nossos shows em três cidades e nos colocarem em rede no Jornal Nacional - naquele gigantesco Show da Virada Cultural - neguinho resolveu mandar essa dupla de garotoas (garotões coroas) pra Brasília, bombar as orelhas dos centroplanaltinos com suas cançonetas cheias de melodia, harmonia, poesia e afeto (um tanto fora de moda, portanto), mas capazes ainda de revirar o zóinho das moças e encher o peito dos rapazes de ardência viril. Descontando o besteirol, é isso aí: Tavito & Zé Rodrix rides again no Music Station, Shopping Pier 21, dias 21 e 22 deste Julho corrente, em plena gloriosa capital federal, onde moram nossos queridos deputados, senadores, ministros e todos os politicantes que decidem os destinos dessa Terra Papagalli, como a nominavam os portulanos quinhentistas. Será emocionante e cívico; tocaremos até o arrebatador Hino da Copa, num momento não muito adequado, é verdade, mas demonstrando de forma vibrante e febril nossa paixão verde-amarela. Cores à parte, o show é bão que só. Levaremos conosco Nando Lee, guitarrista de fina cepa, cognominado nas altas rodas musicais "Nando Dedos de Ventania". E a receita continua a mesma, querdizer, canções que a galera conhece misturadas a outras que a galera nem suspeita da existência (mas há de gostar), temperadas com boas palavras e aquele astral, como sempre, lá nos píncaros. O Music Station é um local lindo, agradabilíssimo e espaçoso; é por isso que conto com vocês, amigos de fé, para prestigiar o espetáculo, enchendo o espaço com suas vibrações luminosas de bem-querença. É só? Não, falta o horário da bagaça, 21:30 e noite adentro; e o nome do show, "A casa no começo da rua". E o ingresso baixou pra vinte mangos por cabeça (no flyer está trinta, erradão). Bão, acho que agora é só. Beijos a todos(as) / Tav Pra ouvir: Pé de Vento ( Tavito) Todo tempo é tempo
July 16, 2006 06:38 PM PDT
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